segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Foda no ônibus... mas terminou no banheiro!

Certa manhã, saí de casa em direção a faculdade. passou o ônibus e peguei...estava usando um vestido bem leve, acima do joelho, sem sutiã e com uma calcinha bem pequena...o ônibus estava ficando lotado, me encostei perto de uma cadeira e segurei no encosto...


não demorou muito, senti uma pressão e um perfume muito gostoso atrás de mim...fiquei meio elétrica, dei uma olhada e vi um moreno muito bonito, bem vestido, barbeado e de cabelos um pouco ainda molhados. ele sorriu pra mim, e eu me vi retribuindo...neste momento o ônibus deu uma freada brusca, e senti quando ele pôs a mão na minha cintura e segurou bem forte, forçando seu corpo contra ao meu, como se quisesse me impedir de cair...só que este contato me deixou com muito calor e excitada...senti um arrepio subindo pelo meu corpo...e não consegui me desgrudar do corpo dele...ele foi se encaixando atrás de mim...e eu senti o seu cacete se esfregando na minha bunda...roçando...forçando...fui ficando louca...molhadinha...e fui empinando minha bunda em direção ao pau dele...ele ia esfregando e eu ia ficando com as pernas bambas...ficando trêmula...então notei que o garoto talvez de minha idade, que estava sentado na minha frente observava o que acontecia...ele chegou o braço pra mais perto de mim...e eu fiquei roçando minha buceta no ombro dele...o que estava atrás de mim, levantou meu vestido de leve e pôs o pau no meio das minhas pernas e forçava gostoso...abri um pouco as pernas, e senti que estava molhadissima...os bicos dos seios estavam durinhos, e espertavam meu vestido pedindo para serem tocados e saciados...minha buceta estava sendo massageada pelo garoto...senti quando o moreno por trás foi enfiando a mão embaixo do meu vestido...e afastou a minha calcinha e ficou com o dedo ficou mexendo...esfregando...me masturbando...fui ficando louca...sabia que ia ter um orgasmo a qualquer momento...o garoto virou o rosto e ficou olhando ele me masturbar...e começou a passar a mão nas minhas coxas...eu fui ficando cada vez mais tesuda...e o cara então meteu o pau com mais força na minha bunda e eu só rebolava e mexia...ele começou a respirar mais forte...e a dizer no meu ouvido: caralho;que buceta gostosa... vai... mexe mais esta bunda no meu pau... eu sei que vc gosta... vai sua safada... goza na minha mão....
e eu gozei... senti ele gozando também, porque escorreu tudo pela minha perna...nossa! o cheiro de sexo se espalhou pelo ônibus...
o garoto me olhava e me comia...e eu já pensava em pegar esse mesmo ônibus uma outra vez! nunca senti tanto tesão...nunca fiquei tão exposta...mas foi a melhor viagem que fiz!!! cheguei no meu ponto, onde ficava a minha faculdade, toda molhadinha e com uma cara de tesão que o pessoal deve ter notado. hoje quando me lembro desta cena, ainda me excito e me masturbo...

Desde essa experiência, não consegui parar de pensar nas sensações deliciosas daquele dia. E eu, como sempre, queria mais. Resolvi ir para o trabalho mais cedo, para quem sabe viver mais alguma aventura. Escolhi minhas saia mais curtinha, branca, de algodão e uma blusinha rosa. Coloquei a menor calcinha que eu tinha, bem enterradinha. Estava molhada só de me vestir. Saí de casa um pouco mais cedo, mas resolvi pegar o trem, pois era um horário de maior movimento. Logo que entrei no trem, deparei-me com um moreno, alto, forte, com um olhar sacana e penetrante, que já me comeu só com um olhar. Ele usava uma polo preta e jeans, tinha nas mãos uma pasta, provavelmente com material de trabalho. Era perfeito para que eu me colocasse na frente dele. 
A cada movimento meu, o trem lotava mais. Aproveitei a oportunidade e forçava minha bela bunda contra seu pau, mas ele, muito respeitador, se esquivava. Até que o trem deu uma brusca freada e... pronto! lá estava eu com a bunda empinada me esfregando nele. Mas quando ele percebeu minha intenção, veio pra frente com tudo e eu ia pra trás... ui... que volumão!!! E ainda estava mole! Que delícia ele me prensando contra o banco de passageiros!!! Eu ficava cada vez mais molhada, sentindo aquele pauzão crescendo por minha causa, roçando minha bundinha, fazendo eu me sentir a mulher mais gostosa do mundo... 
Já não aguentando mais de tesão, peguei a mão dele e disse: "Chegou nossa parada!" Sem pensar, ele desceu comigo, meio desnorteado ... Estávamos numa estação com amplos banheiros e sem nenhum vigilante por perto. Achei o lugar ideal para uma rapidinha...
Ele deu uma olhada no banheiro masculino, estava vazio. Entramos e nos trancamos. Eu virei para a parede de pernas abertas, esperando ser possuída... me debrucei para frente com as mãos no azulejo. Ele veio por trás de mim me agarrando com força, beijando meu pescoço e apertando meus seios com tesão, enquanto seu pau já crescia colado na minha bunda. 
Ele levantou a saia e só colocou a calcinha de lado, tirou o pauzão pra fora e sem dó enfiou forte na minha bucetinha, que a essa altura estava enxarcada... 
Cada gemido meu era uma estocada forte... Estava nas nuvens sendo comida por um cara desconhecido... Tomando surra de pica dentro de um banheiro público... 
De repente ele tirou o pau da minha bucetinha e disse: "Vadia, agora vou comer teu cú..." Eu hesitei mas não pude segurar aquela cabeça forçando meu rabinho... 
Ele sentou no vaso, me segurando pelos cabelos, me f orçou a sentar naquela pica... Por um momento imaginei que alguém tivesse escutado, pois gritei de prazer e dor... 
Sem imaginar, gozei dando o cú... ele, louco pra gozar também pediu que eu o chupasse, mas eu não aceitei. Ele encheu minha xaninha de porra quentinha... 


Logo em seguida, me recompus, me limpei e saí correndo, sem olhar pra trás, mas realizada, sentindo apenas o leitinho quentinho dele escorrer pelas minhas pernas... 

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Bom o que passo a contar agora, é mais uma aventura que vivi por causa da minha amiga Karol. Comentei com ela que tinha ouvido uns amigos nossos da escola falaram que foram numa boite erótica, onde as meninas dançavam nuas ou semi nuas. Para minha surpesa, Karol disse que também conhecia uma boite assim, onde as meninas depois de certa hora faziam de tudo lá mesmo com os clientes. Perguntei como ela sabia disso e ela me respondeu que já tionha ido lá algumas vezes. Já tinha me esquecido com a Karol era vadia. Mas aquilo me excitou e disse a ela que tinhas vontade de um dia ir também. Ela me deu umas dicas, do tipo, só fazer algo lá dentro mesmo, para não sair dali com clientes pois a casa não se responsabiizava. Marcamos um quinta feira, onde eu disse que dormiria na casa dela e ela na minha, assim nosso pais não nos chateariam. Com ajuda da Karol, escolhi uma mini saia preta com mini blusa sem sutiã e por baixo uma calcinha branca fio dental. A Karol foi de vestidinho mega curto, também de fio dental.
Eu tremia quando entramos. Muitas garotas já desfilavam de lingerie e eram alisadas pelos homens. Passamos por um corredor cheio de garotos bonitos e fui muito alisada, mas Karol mais safada ria e passava a mao no pau deles.

O lugar tava bem cheio e perdi a Karol de vista. Fui para um canto e fiquei meio sem saber o que fazer. No meu lado estava um cara sentado, com a cabeça virada para trás com cara de muito prazer. Olhei para baixo da mesa e entendi, havia uma garota so de calcinha chupando o cara. Assim quieta num canto percebi o clima do lugar várias garotas chupavam os caras, poucas como eu ainda de roupa, algumas visivelmente sentavam no colo deles eram penetradas. Fui me excitando cada vez mais. Logo após vejo a Karol só de calcinha vinda na minha direção com um cara atrás segurando seus seios e outro do lado alisando sua xota. Ela vira e diz: amiga me ajuda aquique o terceiro ta vindo. Eis que surge outro também alisando ela. Karol tira minha mini blusa e minha sala me deixando de calcinha também. Um deles me vendo veio para cima de mim e já cai de boca nos meus seios... Cai sentada no banco, com a boca na altura da cintura do cara.Ele botou o pau para fora e diise: Já combinei o preço com a sua amiga (lembre-se que não estávamos ali pelo dinheiro...me senti uma puta e isso me assanhou ainda mais... Cai de boca e chupei ele todo.
A Karol ja tinha sua clacinha puxada para o lado e cavalgava o outro cara chupando um outro. O cara que eu tava chupando resolveu sentar para eu cavalga-lo também. Nisso um outro garoto com cara de bem novo veio pro meu lado e passei a chupa-lo também. Esse garoto deveria ser bem inexperiente pois logo gozou, enchendo minha boca...

Transamos mais algumas vezes enlouquecidamente, onde arrumamos um pequeno banco. O garoto mais novo saiu e deu lugar a outro, moreno, mais maduro e com a certeza do que queria. Eu fiquei por cima dele e o outro veio por trás e colocou seu pau com toda força no meu rabinho, sem dó... foi a primeira vez que fiz uma DP, com dois desconhecidos... Urrei de dor e de tesão, mas pedia mais e mais... Foram mais de 2 horas de pura putaria, que nunca vivi antes...

Karol perdeu a calcinha dela. Após muitos gozos localizamos nossas roupas e fomos embora. Disse a Karol que aquela tinha sido minha maior loucura, mas que estava satisfeita. Ela me jurou que ainda iríamos curtir muito mais...

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Realizando a fantasia do meu sobrinho...

Em meus 21 anos de casada havia tido qualquer experiência fora do casamento. Sempre fui uma mulher séria, recatada, dedicada esposa e mãe. Por esses motivos, o que houve, apesar de haver me envolvido complemente, me faz sentir sensações incomodas, como medo, culpa e vergonha.
Em meu escritório de advocacia trabalhamos entre três profissionais, uma delas minha irmã mais velha, Joyce. Joyce tem 49 anos e é mãe de três filhos: Francisco, 28 anos, Adriana, 24 anos e André, o caçula, com 17 anos. Há um tempo atras, cerca de seis meses, em um domingo, em função de nosso trabalho, fui passar o dia na casa dela. Meu marido me levou de manhã cedo e passamos o dia trabalhando.
Quase ao final da tarde, meu marido telefonou dizendo que estava com dificuldades para me buscar e combinamos que alguém me levaria para casa. André, meu sobrinho, nem carteira de motorista tem, mas na sua ânsia de dirigir acabou convencendo Joyce e Pedro (meu cunhado) de que por, ser domingo e quase noite, não haveria problemas e eles acabaram permitindo. Era o destino preparando a peça que iria me aplicar.
Quando saímos percebi que ele estava eufórico, por poder dirigir. Passamos a conversar e ele dizia que sua idade era uma fase ruim, pois já tinha conhecimentos de muitas coisas sobre a vida, mas que a menoridade não lhe permitia viver.
No início falou sobre dirigir automóveis, viajar, etc, sobre namoradas e mulheres em geral, até desferir, como uma flecha, a frase que quase me fez desmaiar de surpresa e susto: - Não me sinto mais adolescente, tia... A única coisa que me ata a adolescência é uma fantasia que tenho com a senhora. Coisa de sobrinho com tia. Fiquei perplexa: Como assim, André? que tipo de fantasia? o que você quer dizer, menino... - Fantasia sexual, tia... e passou a dizer coisas sobre meu corpo, principalmente os seios e pernas. Fiquei apavorada, sem reação ao ouvir aquelas palavras. Jamais me imaginei naquela situação. Talvez pensando que meu silêncio era de aprovação ele passou a fazer afirmações mais arrojadas., inclusive dizendo que se masturbava pensando em mim. “Varias vezes, tia, quando estou com a Vanessa (namorada dele) e nos acariciamos, penso ser a senhora e não ela que está ali.”.
Eu permanecia paralisada. Completamente apavorada com o que ouvia. Na entrada da cidade há um bairro industrial. Como era domingo e noite, as ruas estavam absolutamente desertas. Ele estacionou o carro em um lugar mais escuro, e demonstrando certo temor com o momento falou: - Tia, se a senhora quiser eu ligo o carro e vamos embora. Só lhe peço que não fale ao tio Sérgio e à mãe sobre o que aconteceu, mas gostaria de ficar um minuto e conversar sobre isso. -Esta bem, André. Mas seja rápido. Você sabe a loucura que significa tudo o que esta me dizendo. Fale tudo que tem a falar e depois vamos. E depois esqueceremos tudo que falamos. Certo? - Certo, Tia. É importante para mim terminar de falar sobre isso. Me liberar e dizer o que tenho pra lhe dizer significa muito para mim, principalmente significa que apesar de jovem sou maduro o suficiente para enfrentar situações como essa. Por isso parei aqui. Por isso quero falar tudo. - Seja breve, André. A Joyce vai se preocupar com tua demora. E eu tenho medo destas ruas escuras e desertas. - O tudo não é muito, tia. O tudo é que nem a Vanessa, nem a Giselle (minha filha), nem a Denise (prima dele, filha de minha outra irmã) que são garotas da minha idade, nem nenhuma outra garota da minha idade me desperta os desejos que a senhora me desperta. Desculpa o termo, tia, mas tenho que dizer: tudo em ti me dá uma “tesão” incontrolável... tuas pernas, teus seios, tua boca...
Eu não conseguia olhar para ele. Um carro passou por nós. Segui o carro com o olhar, mas uma frase me fez fitá-lo com um misto de indignação e surpresa: - A tua boca, tia... mil vezes, escondido no banheiro, beijei tua boca. Mil vezes senti teus labios beijando meu peito....tua lingua molhando.....meu pescoço....minha barriga...meu... - Andre....murmurei... - Mil vezes, tia, no silêncio do meu quarto beijei teus seios... mil vezes, demoradamente mamei em teus seios, acariciando tuas pernas, tuas coxas, tuas nádegas. Mil vezes, tia, gozei demoradamente sentindo tuas mãos tocarem meu membro duro, quente e latejante, que eu mesmo massageava... Mil vezes, Tia, te ofendi com palavras xulas e grosseiras. Mil vezes, te imaginando com meu membro inteiro em tua boca, te chamei de puta, vagabunda, chupadora de piça. “Tia, me chupa”, muitas vezes murmurei baixinho, sob as minhas cobertas, te imaginando ali comigo. Muitas vezes, imaginando tuas pernas abertas e tua vagina totalmente umedecida, esperando minha penetração, te ouvi dizer “me fode, André... me fode cachorrinho da tia...”.
Ele desligou o rádio que tocava baixinho uma música instrumental e fez um estranho pedido: - fala isso, tia... fala assim... para eu guardar o som das tuas palavras e usa-lo nas minhas noites de fantasia. - O que você quer que eu fale, Andre? - Aquelas palavras que eu disse que imaginava a senhora falando...pedindo.
Olhei no fundo dos seus olhos e senti que não havia desrespeito em seu pedido. Havia um grande devaneio. Quase instintiva e automaticamente, a meia voz, procurando dar a entonação que imaginei que ele gostaria, olhando-o firmemente, falei: “- me fode, André... me fode cachorrinho da tia...”.
Seus olhos brilharam...faiscaram e disse: “como eu gostaria que a senhora estivesse pedindo isso de verdade. Repete, tia... repete, por favor...”. “... me fode, André... me fode cachorrinho da tia..”, repeti.
Um carro da Polícia Militar dobrou da esquina, despertando minha atenção. Olhei no relógio e vi que já fazia quase meia hora que estávamos ali. Pedi para irmos. Ele ligou o carro, saiu e depois de um pequeno intervalo de silêncio disse uma coisa que confirmou minha impressão anterior: - Tia, quero que me entenda. Não há nem um pingo de desrespeito no que lhe falei. São coisas da natureza humana, do sexo. Falava de uma forma educada. Me surpreendi, novamentre, com a maneira que tratava o assunto; elegantemente, como um adulto. Continuou: “Por um acaso do destino tu és minha tia. E se o fato de seres minha tia acrescenta uma grande dose de erotismo em tudo, minha fantasia não é apenas por isso. O parentesco me excita, o fato de seres mais velha que eu e casada também me dá tesão. Mas me excita também o teu rosto moreno, tua boca, os teus seios, as tuas pernas, as tuas coxas, as tuas mãos... tudo no teu corpo que pode ser instrumento de sexo e prazer.”.
Eu ouvia aquilo sem compreender onde aquele menino aprendera a falar daquela maneira. Com apenas 17 anos, suas palavras e seu raciocínio eram inteligentes e cultos. Certamente influência da Joyce, que sempre foi inteligente e culta e passou para o filho o hábito da leitura.
Ele parou em uma semáforo, já estávamos em uma rua movimentada, e falou que iria pedir uma coisa, mas que tinha deixado para pedir quando estivéssemos numa rua movimentada para me mostrar que não estava querendo forçar nada. Fiquei um pouco contrariada pois pensei que aquela situação estava se encaminhando para o final, mas mesmo assim perguntei o que era...
O que ele pediu entrou como um vendaval na minha cabeça, mas ele novamente foi eloqüente ao falar, me envolvendo com argumentos que me levaram a concordar: É que eu tenho no meu cérebro, tia Magda, duas coisas com as quais posso dar mais veracidade às minhas fantasias com a senhora. A primeira delas a senhora não sabe, pois obtive sem teu conhecimento... Fiz uma cara de curiosa... “... é a imagem, tia. Imagem da senhora de biquíni. Guardo como uma fotografia, nas vezes que lhe vi na piscina e na praia, as tuas pernas, as tuas coxas e... a tua bunda... A Segunda a senhora me deu hoje... o som. Guardarei gravadas no meu pensamento aquelas palavras. Assim, tia, tendo a imagem e o som eu queria ter o tato...
A princípio não entendi direito o que ele queria e por isso perguntei: - “ Como assim, André?”... ao que ele respondeu: “eu queria te tocar... para juntar a textura da tua pele ao som das tuas palavras e à visão do teu corpo...”. Mesmo sentindo que estava indo longe demais, concordei.
Ele retornou e tomou o caminho do lugar em que havíamos parado, umas três quadras antes. Foram dois ou três minutos de silencio. Estacionou e desligou o carro. Na penumbra, apenas a luz da rua, num poste um pouco distante, permitiu que eu visse a expressão do seu rosto quando colocou a mão na minha face e, passando o dedo sobre meu lábio, disse: “Tia, hoje é o dia mais feliz da minha vida...”. Dei um leve sorriso e beijei levemente sua mão, respondendo: “Então entenda minha situação e seja rápido.”. Estava um pouco trêmulo. Acariciou minha face, voltou a passar o dedo polegar em meus lábios, entrelaçou meus cabelos; com doçura pegou o lóbulo de minha orelha, tocou com a palma da mão em meu pescoço. Eu estava com o pensamento longe...não sabia o que pensar daquela situação...procurava explicar para mim mesma porque permitia aquilo, quando ele deslizou a mão sobre meu ombro e fez cair a alça de meu vestido, deixando meu seio totalmente a descoberto. Fiz menção de reerguer o vestido, mas antes que pudesse fazer isso ele passou delicadamente a palma da mão no bico do meu seio e perguntou: - Posso ? Sem falar, fiz sinal com a cabeça que sim. Por alguns segundos ele continuou a acariciar o biquinho com a palma da mão até que, fechando-a, apertou meu seio, que é bastante volumoso. Talvez por alguma expressão de meu rosto perguntou-me: - Doeu, tia? - Não... respondi com voz trêmula.
O diálogo que travamos naquele momento pode ter eliminado os temores que ele ainda tivesse de que eu reagisse ao seu assédio: - Agora, André, olhando e tocando nos meus seios você vai ver porque uma mulher de 43 anos não pode lhe despertar mais desejos do que a Vanessa, a Giselle e a Denise, ou meninas na idade delas. - Porque? - Porque os seios das meninas entre 16 e 20 anos são mais bonitos do que os de uma mulher na minha idade. Sem contar que amamentei a Giselle até quase dois anos. “- Tia, teu seio parece de uma mocinha...”. Sorri, e ele com a outra mão desceu a outra alça do vestido, passando a acariciar ambos os seios ao mesmo tempo. Após um determinado tempo, segurou meu rosto entre suas mãos e perguntou: - Tia, deixa eu beijar a tua boca? Não tive tempo de dizer nada. Sofregamente ele me beijou de uma maneira que jamais havia sido beijada. Demoramo-nos num beijo ardente. Apenas, por um segundo, ele parou de me beijar, para levantar sua camisa, de maneira que pudesse roçar seu peito em meus seios. Descontrolado, ele beijou meus lábios, meu pescoço, até descer e sugar avidamente meus mamilos. Perdoem a redundância, mas era mesmo descontroladamente a maneira como beijava, mordiscava e sugava meus seios... Tive medo de ficar com marcas. Pedi que parasse. Ele ainda beijou suavemente mais alguns segundos e me olhou...: “tia...eu não acredito que mereci tudo isso...”. - Vamos..., pedi. - Só um segundo mais, tia... deixa eu fazer um carinho nas tuas pernas e nas coxas? - Rápido, André... Já faz quase uma hora que saímos da tua casa... - O tio não sabe que horas nós saímos de lá... - Mas a Joyce sabe... - Tenho muitas desculpas para dar pra mãe e explicar a demora. A última coisa que ela ia imaginar é que eu demorei porque fiquei aqui de amasso com a senhora. Aquela palavra me soou estranhamente. Comentei com ele: “André, isso que você falou, “ficar de amasso comigo”, me fez sentir uma coisa engraçada... me sinto uma adolescente.”. Ele colocou minha perna em seu colo, descalçou meus sapatos e acariciou meu pé, meu tornozelo e foi acariciando minha perna, em silêncio, até chegar na minha coxa.
Nesse momento cometi o maior erro de minha vida: ao acariciar a parte superior da minha coxa ele roçou levemente um dos dedos na minha vagina. Sem me dar conta do que significava o gesto, reclinei-me ainda mais sobre o banco e fiz uma leve abertura de pernas e ele, evidentemente, entendeu que eu estava desejando aquela carícia. Sem hesitar, colocou a mão por baixo da minha calcinha e vi que se surpreendeu com uma coisa. Nem eu havia me dado conta, mas eu estava num estado de excitação tão grande, embora inconsciente, que minha lubrificação vaginal era enorme. Estava totalmente encharcada. André passou varias vezes a mão em minha vagina, aumentando ainda mais a lubrificação e minha excitação.
Quando eu ensaiava uns movimentos para acompanhar sua mão ele a retirou, completamente molhada, do meio de minhas pernas, cheirou e molhando a pontinha do meu nariz com meu próprio líquido vaginal, perguntou: - Tia, isso quer dizer que não esta sendo bom apenas para mim? - Claro, André... - Vamos para um motel, tia? - Não, André... isso não.... - Mas a senhora quer ter prazer? quer gozar? - Eu to tendo prazer, André....faz um pouquinho mais e vamos embora... estamos demorando muito... - Então me diz que a senhora quer um pouco mais...que tá gostando.... que tá bom... - Eu já falei, André....faz um pouquinho mais.... depois vamos... Ao sentir que eu estava envolvida com o momento, ele apressadamente arriou minha calcinha e ai, então, sem o incomodo da roupa, passou a massagear fortemente minha vagina. Intercalando com os movimentos, colocava o dedo médio dentro de mim, fazendo com que eu soltasse pequenos inaudíveis sussurros, claras manifestações de prazer.
Jamais senti tamanha sensação de prazer físico. Passava pela minha cabeça a loucura que estava cometendo, mas o sexo foi mais forte. - Aaaiii, André... tu vai me matar.... Andrééé... tu vai me levar à loucura... Ele, sem tirar o dedo de dentro de mim, aproximou-se ainda mais de meu corpo e, aumentando o compasso das estocadas manuais, passou a alternas beijos em meus seios e na boca... “Não me marca, André... não chupa com muita força minhas tetas..”.
Me dei conta de que estava, inclusive adotando outro vocabulário, até que, despudoradamente falei: - Forte, André... mais forte...com a mão....na buceta, André...forte na buceta... mais fundo, André.... eu vou ter orgasmo, André.... faz assim na tia.... aaiii....Aaanndréé....mais...mais forte... ai, meu filho adorado... meu amado... que a Joyce nos perdoe... que o Sérgio me perdoe... forte...forte... esfrega, André... na buceta....aaii... a buceta... ai... é gostoso... ai... assim... faz.... aaaiiii, André.... Giselle, minha filha.... me perdoa... a mãe enlouqueceu... teu primo me enlouqueceu.... aii, André... me faz ter prazer... me dá prazer... eu quero ter prazer.... faz a tia gozar.... faz a tia gozar...meu filho querido...aiiiii.....Andrééé... agooraaa....
Ao ver o banco do carro totalmente manchado com meu gozo me bateu um desespero. -André, olha só a sujeira.....vamos num postos limpar isso aqui... - Tia, não esquenta. esse carro só vão usar amanha...quando já estará seco. Se ficar manchado eu digo que derramei cerveja ou refri. - Tá bem, André, mas não esquece de dar uma limpada no carro, mesmo assim.... pode ficar o cheiro. -Tia, a senhora não é a única mulher no mundo que goza. Se a mãe e o pai notarem algo vão pensar que foi a Vanessa. Afinal, é mais natural que eu tenha transado com ela do que com a senhora. - Fico preocupada. Recoloquei a calcinha e pedi para irmos embora. Tive a impressão de que ele atenderia imediatamente, mas me olhou com olhos de quem implora e perguntou se não merecia um carinho igual ao que me havia feito. Perguntei-lhe o que desejava, ele baixou a bermuda que usava, fazendo saltar aos meus olhos seu membro viril. Segurando minha mão, falou: “agarra, tia...” Segurei, e sem saber o que fazer iniciei um lento movimento de vai-e-vem, como se o estivesse masturbando.
Ao toca-lo senti-o como ele o sentia, segundo me havia dito, quando se masturbava pensando em mim: duro, quente e latejando. Um mastro ereto, a glande roseada e reluzente, abaixo uma haste rígida de veias e sangue. - André, não sei porque estou fazendo isso. Jamais segurei ou olhei um pênis que não fosse o do seu tio. Ele segurou minha cabeça e puxou-a de encontro ao seu colo. Tentei resistir: - não André... isso não... Ele ignorou e delicadamente forçou um pouco mais minha cabeça, até que meu rosto se aproximou de seu membro. Ele levantou-se um pouco do banco do carro, fazendo com que a cabeça do membro tocasse em meus lábios. Sem pensar no que estava fazendo, passei milha língua em torno dela e abocanhei aquele pênis volumoso e quente, arrancando de André uma expressão chula, mas que demonstrou toda sua excitação: - Puta que pariu ! Que tesão, tia... não pára... por favor não pára de chupar.
Foi o que fiz. Fiquei chupando por alguns minutos, até que ele mesmo tirou-o de minha boca e falou: - Tia, o que está acontecendo aqui é a realização da minha fantasia mais impossível.... do meu desejo mais louco... eu queria por em prática tudo o que imaginava quando me masturbava pensando na senhora. - Que mais tu queres além disso, André ? -Quero poder falar aquelas coisas meio agressivas que eu imaginava lhe dizer. Fiquei confortada ao ver que mesmo depois de todas as liberdades que eu havia permitido ele ainda tinha respeito por mim. - Fala, André...pode falar... - Foi como se toda a volúpia daquele rapaz se derramasse sobre mim naquele momento: - Então engole essa piça, puta sem vergonha. - Chupa o pau do teu sobrinho, vagabunda ordinária. - Cadela, chupadora de pica. Senti seu gozo próximo. “ tu vais gozar na minha boca, André?” - Vou, tia... ou a senhora quer outra coisa... Fez-se um segundo de silêncio e ele voltou a falar: - Diz alguma coisa, tia... A frase estava pronta... ele mesmo houvera colado na minha cabeça. Apenas balbuciei: “... me fode, André... me fode cachorinho da tia...”. - Não brinca, tia...diz uma coisa que a senhora quer mesmo... - Me fode, André... me fode, cachorrinho da tia... - Eu quero que a senhora diga algo que esta desejando de verdade. - Não era isso que você queria escutar de mim, de verdade? Me fode, André... me fode, cachorrinho da tia... Estou falando de verdade...
Ele ergue-se rapidamente e com gestos decididos me fez deitar sobre o banco reclinado. Tirou novamente minha calcinha, levantou o vestido, abriu-me as pernas e, com o membro duro, quente e latejando, colocou-se entre elas.
Pela primeira vez na vida eu estava sendo penetrada por um homem que não o meu marido. Pela primeira vez minha gruta vaginal abrigava um pênis que não era do homem com quem casei.
Foram os momentos mais loucos que vivi. Entre beijos e palavras obscenas fazíamos movimentos que aumentavam ainda mais a sensação de prazer carnal que sentiamos. Aquele pequeno carro estava sendo a alcova da mais alucinante cena de sexo que jamais pensei viver. Ele procurava varar minhas entranhas com estocadas fortes, firmes. Cada estocada parecia rasgar minha vagina. Nossos movimentos foram se apressando, até após uma estocada ele soltou um urro “huunnrrr... tia...eu to gozando...”. “Goza, André...goza tudo dentro da tia.... não pára.. não pára... mais...forte... Senti sua ejaculação dentro de mim.
Tivemos um orgasmo demorado e profundo. Ele recostou-se na banco do motorista e tive medo que adormecesse. Pedi que pusesse a roupa para, agora sim, irmos. Também me vesti. Enquanto colocava a calcinha sentia o sêmen escorrendo em minhas coxas...mas agora era tarde para pensar em como limpar tudo aquilo. Seria pior demorarmos mais. - André... nem camisinha a gente usou, ainda comentei.
Embora relatando não pareça, foi tudo muito rápido. Não mais do que 15 ou 20 minutos. Mas esse pequeno espaço de tempo foi suficiente para uma longa viagem de erotismo e de sexualidade. Em minha vida pacata de mulher casada, esposa fiel e mãe dedicada, nunca poderia imaginar o delírio de um gozo proibido, de um orgasmo pecador. Mas essas sensações deliciosas foram divididas até meu querido André se casar...