Esse é um conto que sonho um dia realizar...
Numa certa ocasião a empresa foi fiscalizada e precisamos fazer horas extras sem fim. Numa noite, lá pela 01:00 da manhã eu e Gabriel (nome de anjo, mas só o nome...) estávamos cansados. Já tinhamos separado um monte de documentos quando ele me disse: vamos relaxar um pouco!! eu concordei, levantei-me e fui ao banheiro. Notei que era observada. Ele é alto, atlético, um verdadeiro pedaço de mal caminho... Solteiro, livre e desimpedido, pronto pra qualquer aventura. Quando eu sai do banheiro ele estava sentado bem na beirada da cadeira e o pau dele estava fazendo um volume na calça. Sentei-me de frente e olhei, mas fiquei sem graça. "Sou casada" pensei comigo. Ele deu risada e se levantou. Veio me fazer massagem nos meus ombros e eu não falei nada. Muito astuto, ele foi descendo as mãos. Massageou os ombros, depois as costas. Virou a cadeira e eu fiquei com as costas pra ele. Daí ele abusou... levantou minha camisa, soltou meu sutiã... Então começou a me beijar carinhosamente. Depois foi a mordiscando e lambendo. Daí não aguentei... (Ele achou meu ponto fraco!) Só fui respirando fundo e gemendo. Ele colocou o pau para fora já melado e encostou nas minhas costas. Respirei fundo e debrucei na mesa. Nossa! Fui nas nuvens quando ele me agarrou por trás e começou a acariciar meus seios, mas não por muito tempo.
Ele me virou e chupou com força e vontade meus seios, que já estavam muito acesos.
Comecei a abrir a calça dele, que já tinha tirado a cueca, então vi saltar para fora um pau enorme! Sem pensar enfiei a boca e chupei, lambi, bati na cara, bati nos seios, bati na bunda, nas coxas, queria aproveitar o máximo o aquela pica. E ele só esperando a hora de enfiar gostoso. A hora que ele tirou a minha calcinha, me colocou em cima da mesa, levantou minhas as pernas e dei uma chupada violenta na minha buceta meladíssima... Ui... ele sugou meu clitóris e gritei... nossa, que tesão! ele começou a me dar uns tapas e falar "grita puta gostosa, grita, grita rabuda!". Eu fiquei fora de mim e dizia "chupa chupa minha buceta, enfia logo, arregaça minha xana, quero com violência, me bate mesmo bate..." Enquanto ele me dava uns bons de uns tapas na bunda, nas coxas, na cara, ele metia, mas metia com tanta vontade que assim que começou a meter eu gozei. Gritei demais e perdi as forças... como se eu tivesse morrido. Enquanto eu se recobrava ele chupou meu corpo inteirinho, até o cuzinho apertadinho eu chupei muito. Desci da mesa e fiquei de cachorrinho esperando mais uma pegada. Ele meteu mais um pouco no meu cuzinho, visou que ia gozar, então eu pedi pra gozar na minha boca. Me ajoelhei e chupei mais um pouco...
Ele mirou na boca minha boca mas abaixei a cabeça e espirrou porra nos meus olhos e depois na boca. Quando ele acabou de gozar, fiz ele deitar de costas no chão e esfreguei minha buceta molhada em todo o corpo dele, pedindo mais... Depois desse dia inventamos horas extras muitas vezes...
Erotismo e Aventura
Contos de uma mulher que ama ser mulher, sentir e dar prazer...
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Foda no ônibus... mas terminou no banheiro!
Certa manhã, saí de casa em direção a faculdade. passou o ônibus e peguei...estava usando um vestido bem leve, acima do joelho, sem sutiã e com uma calcinha bem pequena...o ônibus estava ficando lotado, me encostei perto de uma cadeira e segurei no encosto...
não demorou muito, senti uma pressão e um perfume muito gostoso atrás de mim...fiquei meio elétrica, dei uma olhada e vi um moreno muito bonito, bem vestido, barbeado e de cabelos um pouco ainda molhados. ele sorriu pra mim, e eu me vi retribuindo...neste momento o ônibus deu uma freada brusca, e senti quando ele pôs a mão na minha cintura e segurou bem forte, forçando seu corpo contra ao meu, como se quisesse me impedir de cair...só que este contato me deixou com muito calor e excitada...senti um arrepio subindo pelo meu corpo...e não consegui me desgrudar do corpo dele...ele foi se encaixando atrás de mim...e eu senti o seu cacete se esfregando na minha bunda...roçando...forçando...fui ficando louca...molhadinha...e fui empinando minha bunda em direção ao pau dele...ele ia esfregando e eu ia ficando com as pernas bambas...ficando trêmula...então notei que o garoto talvez de minha idade, que estava sentado na minha frente observava o que acontecia...ele chegou o braço pra mais perto de mim...e eu fiquei roçando minha buceta no ombro dele...o que estava atrás de mim, levantou meu vestido de leve e pôs o pau no meio das minhas pernas e forçava gostoso...abri um pouco as pernas, e senti que estava molhadissima...os bicos dos seios estavam durinhos, e espertavam meu vestido pedindo para serem tocados e saciados...minha buceta estava sendo massageada pelo garoto...senti quando o moreno por trás foi enfiando a mão embaixo do meu vestido...e afastou a minha calcinha e ficou com o dedo ficou mexendo...esfregando...me masturbando...fui ficando louca...sabia que ia ter um orgasmo a qualquer momento...o garoto virou o rosto e ficou olhando ele me masturbar...e começou a passar a mão nas minhas coxas...eu fui ficando cada vez mais tesuda...e o cara então meteu o pau com mais força na minha bunda e eu só rebolava e mexia...ele começou a respirar mais forte...e a dizer no meu ouvido: caralho;que buceta gostosa... vai... mexe mais esta bunda no meu pau... eu sei que vc gosta... vai sua safada... goza na minha mão....
e eu gozei... senti ele gozando também, porque escorreu tudo pela minha perna...nossa! o cheiro de sexo se espalhou pelo ônibus...
o garoto me olhava e me comia...e eu já pensava em pegar esse mesmo ônibus uma outra vez! nunca senti tanto tesão...nunca fiquei tão exposta...mas foi a melhor viagem que fiz!!! cheguei no meu ponto, onde ficava a minha faculdade, toda molhadinha e com uma cara de tesão que o pessoal deve ter notado. hoje quando me lembro desta cena, ainda me excito e me masturbo...
Desde essa experiência, não consegui parar de pensar nas sensações deliciosas daquele dia. E eu, como sempre, queria mais. Resolvi ir para o trabalho mais cedo, para quem sabe viver mais alguma aventura. Escolhi minhas saia mais curtinha, branca, de algodão e uma blusinha rosa. Coloquei a menor calcinha que eu tinha, bem enterradinha. Estava molhada só de me vestir. Saí de casa um pouco mais cedo, mas resolvi pegar o trem, pois era um horário de maior movimento. Logo que entrei no trem, deparei-me com um moreno, alto, forte, com um olhar sacana e penetrante, que já me comeu só com um olhar. Ele usava uma polo preta e jeans, tinha nas mãos uma pasta, provavelmente com material de trabalho. Era perfeito para que eu me colocasse na frente dele.
A cada movimento meu, o trem lotava mais. Aproveitei a oportunidade e forçava minha bela bunda contra seu pau, mas ele, muito respeitador, se esquivava. Até que o trem deu uma brusca freada e... pronto! lá estava eu com a bunda empinada me esfregando nele. Mas quando ele percebeu minha intenção, veio pra frente com tudo e eu ia pra trás... ui... que volumão!!! E ainda estava mole! Que delícia ele me prensando contra o banco de passageiros!!! Eu ficava cada vez mais molhada, sentindo aquele pauzão crescendo por minha causa, roçando minha bundinha, fazendo eu me sentir a mulher mais gostosa do mundo...
Já não aguentando mais de tesão, peguei a mão dele e disse: "Chegou nossa parada!" Sem pensar, ele desceu comigo, meio desnorteado ... Estávamos numa estação com amplos banheiros e sem nenhum vigilante por perto. Achei o lugar ideal para uma rapidinha...
Ele deu uma olhada no banheiro masculino, estava vazio. Entramos e nos trancamos. Eu virei para a parede de pernas abertas, esperando ser possuída... me debrucei para frente com as mãos no azulejo. Ele veio por trás de mim me agarrando com força, beijando meu pescoço e apertando meus seios com tesão, enquanto seu pau já crescia colado na minha bunda.
Ele levantou a saia e só colocou a calcinha de lado, tirou o pauzão pra fora e sem dó enfiou forte na minha bucetinha, que a essa altura estava enxarcada...
Cada gemido meu era uma estocada forte... Estava nas nuvens sendo comida por um cara desconhecido... Tomando surra de pica dentro de um banheiro público...
De repente ele tirou o pau da minha bucetinha e disse: "Vadia, agora vou comer teu cú..." Eu hesitei mas não pude segurar aquela cabeça forçando meu rabinho...
Ele sentou no vaso, me segurando pelos cabelos, me f orçou a sentar naquela pica... Por um momento imaginei que alguém tivesse escutado, pois gritei de prazer e dor...
Sem imaginar, gozei dando o cú... ele, louco pra gozar também pediu que eu o chupasse, mas eu não aceitei. Ele encheu minha xaninha de porra quentinha...
Logo em seguida, me recompus, me limpei e saí correndo, sem olhar pra trás, mas realizada, sentindo apenas o leitinho quentinho dele escorrer pelas minhas pernas...
não demorou muito, senti uma pressão e um perfume muito gostoso atrás de mim...fiquei meio elétrica, dei uma olhada e vi um moreno muito bonito, bem vestido, barbeado e de cabelos um pouco ainda molhados. ele sorriu pra mim, e eu me vi retribuindo...neste momento o ônibus deu uma freada brusca, e senti quando ele pôs a mão na minha cintura e segurou bem forte, forçando seu corpo contra ao meu, como se quisesse me impedir de cair...só que este contato me deixou com muito calor e excitada...senti um arrepio subindo pelo meu corpo...e não consegui me desgrudar do corpo dele...ele foi se encaixando atrás de mim...e eu senti o seu cacete se esfregando na minha bunda...roçando...forçando...fui ficando louca...molhadinha...e fui empinando minha bunda em direção ao pau dele...ele ia esfregando e eu ia ficando com as pernas bambas...ficando trêmula...então notei que o garoto talvez de minha idade, que estava sentado na minha frente observava o que acontecia...ele chegou o braço pra mais perto de mim...e eu fiquei roçando minha buceta no ombro dele...o que estava atrás de mim, levantou meu vestido de leve e pôs o pau no meio das minhas pernas e forçava gostoso...abri um pouco as pernas, e senti que estava molhadissima...os bicos dos seios estavam durinhos, e espertavam meu vestido pedindo para serem tocados e saciados...minha buceta estava sendo massageada pelo garoto...senti quando o moreno por trás foi enfiando a mão embaixo do meu vestido...e afastou a minha calcinha e ficou com o dedo ficou mexendo...esfregando...me masturbando...fui ficando louca...sabia que ia ter um orgasmo a qualquer momento...o garoto virou o rosto e ficou olhando ele me masturbar...e começou a passar a mão nas minhas coxas...eu fui ficando cada vez mais tesuda...e o cara então meteu o pau com mais força na minha bunda e eu só rebolava e mexia...ele começou a respirar mais forte...e a dizer no meu ouvido: caralho;que buceta gostosa... vai... mexe mais esta bunda no meu pau... eu sei que vc gosta... vai sua safada... goza na minha mão....
e eu gozei... senti ele gozando também, porque escorreu tudo pela minha perna...nossa! o cheiro de sexo se espalhou pelo ônibus...
o garoto me olhava e me comia...e eu já pensava em pegar esse mesmo ônibus uma outra vez! nunca senti tanto tesão...nunca fiquei tão exposta...mas foi a melhor viagem que fiz!!! cheguei no meu ponto, onde ficava a minha faculdade, toda molhadinha e com uma cara de tesão que o pessoal deve ter notado. hoje quando me lembro desta cena, ainda me excito e me masturbo...Desde essa experiência, não consegui parar de pensar nas sensações deliciosas daquele dia. E eu, como sempre, queria mais. Resolvi ir para o trabalho mais cedo, para quem sabe viver mais alguma aventura. Escolhi minhas saia mais curtinha, branca, de algodão e uma blusinha rosa. Coloquei a menor calcinha que eu tinha, bem enterradinha. Estava molhada só de me vestir. Saí de casa um pouco mais cedo, mas resolvi pegar o trem, pois era um horário de maior movimento. Logo que entrei no trem, deparei-me com um moreno, alto, forte, com um olhar sacana e penetrante, que já me comeu só com um olhar. Ele usava uma polo preta e jeans, tinha nas mãos uma pasta, provavelmente com material de trabalho. Era perfeito para que eu me colocasse na frente dele.
A cada movimento meu, o trem lotava mais. Aproveitei a oportunidade e forçava minha bela bunda contra seu pau, mas ele, muito respeitador, se esquivava. Até que o trem deu uma brusca freada e... pronto! lá estava eu com a bunda empinada me esfregando nele. Mas quando ele percebeu minha intenção, veio pra frente com tudo e eu ia pra trás... ui... que volumão!!! E ainda estava mole! Que delícia ele me prensando contra o banco de passageiros!!! Eu ficava cada vez mais molhada, sentindo aquele pauzão crescendo por minha causa, roçando minha bundinha, fazendo eu me sentir a mulher mais gostosa do mundo...
Já não aguentando mais de tesão, peguei a mão dele e disse: "Chegou nossa parada!" Sem pensar, ele desceu comigo, meio desnorteado ... Estávamos numa estação com amplos banheiros e sem nenhum vigilante por perto. Achei o lugar ideal para uma rapidinha...Ele deu uma olhada no banheiro masculino, estava vazio. Entramos e nos trancamos. Eu virei para a parede de pernas abertas, esperando ser possuída... me debrucei para frente com as mãos no azulejo. Ele veio por trás de mim me agarrando com força, beijando meu pescoço e apertando meus seios com tesão, enquanto seu pau já crescia colado na minha bunda.
Ele levantou a saia e só colocou a calcinha de lado, tirou o pauzão pra fora e sem dó enfiou forte na minha bucetinha, que a essa altura estava enxarcada...
Cada gemido meu era uma estocada forte... Estava nas nuvens sendo comida por um cara desconhecido... Tomando surra de pica dentro de um banheiro público...
De repente ele tirou o pau da minha bucetinha e disse: "Vadia, agora vou comer teu cú..." Eu hesitei mas não pude segurar aquela cabeça forçando meu rabinho... Ele sentou no vaso, me segurando pelos cabelos, me f orçou a sentar naquela pica... Por um momento imaginei que alguém tivesse escutado, pois gritei de prazer e dor...
Sem imaginar, gozei dando o cú... ele, louco pra gozar também pediu que eu o chupasse, mas eu não aceitei. Ele encheu minha xaninha de porra quentinha...
Logo em seguida, me recompus, me limpei e saí correndo, sem olhar pra trás, mas realizada, sentindo apenas o leitinho quentinho dele escorrer pelas minhas pernas...
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Bom o que passo a contar agora, é mais uma aventura que vivi por causa da minha amiga Karol. Comentei com ela que tinha ouvido uns amigos nossos da escola falaram que foram numa boite erótica, onde as meninas dançavam nuas ou semi nuas. Para minha surpesa, Karol disse que também conhecia uma boite assim, onde as meninas depois de certa hora faziam de tudo lá mesmo com os clientes. Perguntei como ela sabia disso e ela me respondeu que já tionha ido lá algumas vezes. Já tinha me esquecido com a Karol era vadia. Mas aquilo me excitou e disse a ela que tinhas vontade de um dia ir também. Ela me deu umas dicas, do tipo, só fazer algo lá dentro mesmo, para não sair dali com clientes pois a casa não se responsabiizava. Marcamos um quinta feira, onde eu disse que dormiria na casa dela e ela na minha, assim nosso pais não nos chateariam. Com ajuda da Karol, escolhi uma mini saia preta com mini blusa sem sutiã e por baixo uma calcinha branca fio dental. A Karol foi de vestidinho mega curto, também de fio dental.
Eu tremia quando entramos. Muitas garotas já desfilavam de lingerie e eram alisadas pelos homens. Passamos por um corredor cheio de garotos bonitos e fui muito alisada, mas Karol mais safada ria e passava a mao no pau deles.
Eu tremia quando entramos. Muitas garotas já desfilavam de lingerie e eram alisadas pelos homens. Passamos por um corredor cheio de garotos bonitos e fui muito alisada, mas Karol mais safada ria e passava a mao no pau deles.
O lugar tava bem cheio e perdi a Karol de vista. Fui para um canto e fiquei meio sem saber o que fazer. No meu lado estava um cara sentado, com a cabeça virada para trás com cara de muito prazer. Olhei para baixo da mesa e entendi, havia uma garota so de calcinha chupando o cara. Assim quieta num canto percebi o clima do lugar várias garotas chupavam os caras, poucas como eu ainda de roupa, algumas visivelmente sentavam no colo deles eram penetradas. Fui me excitando cada vez mais. Logo após vejo a Karol só de calcinha vinda na minha direção com um cara atrás segurando seus seios e outro do lado alisando sua xota. Ela vira e diz: amiga me ajuda aquique o terceiro ta vindo. Eis que surge outro também alisando ela. Karol tira minha mini blusa e minha sala me deixando de calcinha também. Um deles me vendo veio para cima de mim e já cai de boca nos meus seios... Cai sentada no banco, com a boca na altura da cintura do cara.Ele botou o pau para fora e diise: Já combinei o preço com a sua amiga (lembre-se que não estávamos ali pelo dinheiro...me senti uma puta e isso me assanhou ainda mais... Cai de boca e chupei ele todo. A Karol ja tinha sua clacinha puxada para o lado e cavalgava o outro cara chupando um outro. O cara que eu tava chupando resolveu sentar para eu cavalga-lo também. Nisso um outro garoto com cara de bem novo veio pro meu lado e passei a chupa-lo também. Esse garoto deveria ser bem inexperiente pois logo gozou, enchendo minha boca...
Transamos mais algumas vezes enlouquecidamente, onde arrumamos um pequeno banco. O garoto mais novo saiu e deu lugar a outro, moreno, mais maduro e com a certeza do que queria. Eu fiquei por cima dele e o outro veio por trás e colocou seu pau com toda força no meu rabinho, sem dó... foi a primeira vez que fiz uma DP, com dois desconhecidos... Urrei de dor e de tesão, mas pedia mais e mais... Foram mais de 2 horas de pura putaria, que nunca vivi antes... quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Realizando a fantasia do meu sobrinho...
Em meus 21 anos de casada havia tido qualquer experiência fora do casamento. Sempre fui uma mulher séria, recatada, dedicada esposa e mãe. Por esses motivos, o que houve, apesar de haver me envolvido complemente, me faz sentir sensações incomodas, como medo, culpa e vergonha.
Em meu escritório de advocacia trabalhamos entre três profissionais, uma delas minha irmã mais velha, Joyce. Joyce tem 49 anos e é mãe de três filhos: Francisco, 28 anos, Adriana, 24 anos e André, o caçula, com 17 anos. Há um tempo atras, cerca de seis meses, em um domingo, em função de nosso trabalho, fui passar o dia na casa dela. Meu marido me levou de manhã cedo e passamos o dia trabalhando.
Quase ao final da tarde, meu marido telefonou dizendo que estava com dificuldades para me buscar e combinamos que alguém me levaria para casa. André, meu sobrinho, nem carteira de motorista tem, mas na sua ânsia de dirigir acabou convencendo Joyce e Pedro (meu cunhado) de que por, ser domingo e quase noite, não haveria problemas e eles acabaram permitindo. Era o destino preparando a peça que iria me aplicar.
Quando saímos percebi que ele estava eufórico, por poder dirigir. Passamos a conversar e ele dizia que sua idade era uma fase ruim, pois já tinha conhecimentos de muitas coisas sobre a vida, mas que a menoridade não lhe permitia viver.
No início falou sobre dirigir automóveis, viajar, etc, sobre namoradas e mulheres em geral, até desferir, como uma flecha, a frase que quase me fez desmaiar de surpresa e susto: - Não me sinto mais adolescente, tia... A única coisa que me ata a adolescência é uma fantasia que tenho com a senhora. Coisa de sobrinho com tia. Fiquei perplexa: Como assim, André? que tipo de fantasia? o que você quer dizer, menino... - Fantasia sexual, tia... e passou a dizer coisas sobre meu corpo, principalmente os seios e pernas. Fiquei apavorada, sem reação ao ouvir aquelas palavras. Jamais me imaginei naquela situação. Talvez pensando que meu silêncio era de aprovação ele passou a fazer afirmações mais arrojadas., inclusive dizendo que se masturbava pensando em mim. “Varias vezes, tia, quando estou com a Vanessa (namorada dele) e nos acariciamos, penso ser a senhora e não ela que está ali.”.
Eu permanecia paralisada. Completamente apavorada com o que ouvia. Na entrada da cidade há um bairro industrial. Como era domingo e noite, as ruas estavam absolutamente desertas. Ele estacionou o carro em um lugar mais escuro, e demonstrando certo temor com o momento falou: - Tia, se a senhora quiser eu ligo o carro e vamos embora. Só lhe peço que não fale ao tio Sérgio e à mãe sobre o que aconteceu, mas gostaria de ficar um minuto e conversar sobre isso. -Esta bem, André. Mas seja rápido. Você sabe a loucura que significa tudo o que esta me dizendo. Fale tudo que tem a falar e depois vamos. E depois esqueceremos tudo que falamos. Certo? - Certo, Tia. É importante para mim terminar de falar sobre isso. Me liberar e dizer o que tenho pra lhe dizer significa muito para mim, principalmente significa que apesar de jovem sou maduro o suficiente para enfrentar situações como essa. Por isso parei aqui. Por isso quero falar tudo. - Seja breve, André. A Joyce vai se preocupar com tua demora. E eu tenho medo destas ruas escuras e desertas. - O tudo não é muito, tia. O tudo é que nem a Vanessa, nem a Giselle (minha filha), nem a Denise (prima dele, filha de minha outra irmã) que são garotas da minha idade, nem nenhuma outra garota da minha idade me desperta os desejos que a senhora me desperta. Desculpa o termo, tia, mas tenho que dizer: tudo em ti me dá uma “tesão” incontrolável... tuas pernas, teus seios, tua boca...
Eu não conseguia olhar para ele. Um carro passou por nós. Segui o carro com o olhar, mas uma frase me fez fitá-lo com um misto de indignação e surpresa: - A tua boca, tia... mil vezes, escondido no banheiro, beijei tua boca. Mil vezes senti teus labios beijando meu peito....tua lingua molhando.....meu pescoço....minha barriga...meu... - Andre....murmurei... - Mil vezes, tia, no silêncio do meu quarto beijei teus seios... mil vezes, demoradamente mamei em teus seios, acariciando tuas pernas, tuas coxas, tuas nádegas. Mil vezes, tia, gozei demoradamente sentindo tuas mãos tocarem meu membro duro, quente e latejante, que eu mesmo massageava... Mil vezes, Tia, te ofendi com palavras xulas e grosseiras. Mil vezes, te imaginando com meu membro inteiro em tua boca, te chamei de puta, vagabunda, chupadora de piça. “Tia, me chupa”, muitas vezes murmurei baixinho, sob as minhas cobertas, te imaginando ali comigo. Muitas vezes, imaginando tuas pernas abertas e tua vagina totalmente umedecida, esperando minha penetração, te ouvi dizer “me fode, André... me fode cachorrinho da tia...”.
Ele desligou o rádio que tocava baixinho uma música instrumental e fez um estranho pedido: - fala isso, tia... fala assim... para eu guardar o som das tuas palavras e usa-lo nas minhas noites de fantasia. - O que você quer que eu fale, Andre? - Aquelas palavras que eu disse que imaginava a senhora falando...pedindo.
Olhei no fundo dos seus olhos e senti que não havia desrespeito em seu pedido. Havia um grande devaneio. Quase instintiva e automaticamente, a meia voz, procurando dar a entonação que imaginei que ele gostaria, olhando-o firmemente, falei: “- me fode, André... me fode cachorrinho da tia...”.
Seus olhos brilharam...faiscaram e disse: “como eu gostaria que a senhora estivesse pedindo isso de verdade. Repete, tia... repete, por favor...”. “... me fode, André... me fode cachorrinho da tia..”, repeti.
Um carro da Polícia Militar dobrou da esquina, despertando minha atenção. Olhei no relógio e vi que já fazia quase meia hora que estávamos ali. Pedi para irmos. Ele ligou o carro, saiu e depois de um pequeno intervalo de silêncio disse uma coisa que confirmou minha impressão anterior: - Tia, quero que me entenda. Não há nem um pingo de desrespeito no que lhe falei. São coisas da natureza humana, do sexo. Falava de uma forma educada. Me surpreendi, novamentre, com a maneira que tratava o assunto; elegantemente, como um adulto. Continuou: “Por um acaso do destino tu és minha tia. E se o fato de seres minha tia acrescenta uma grande dose de erotismo em tudo, minha fantasia não é apenas por isso. O parentesco me excita, o fato de seres mais velha que eu e casada também me dá tesão. Mas me excita também o teu rosto moreno, tua boca, os teus seios, as tuas pernas, as tuas coxas, as tuas mãos... tudo no teu corpo que pode ser instrumento de sexo e prazer.”.
Eu ouvia aquilo sem compreender onde aquele menino aprendera a falar daquela maneira. Com apenas 17 anos, suas palavras e seu raciocínio eram inteligentes e cultos. Certamente influência da Joyce, que sempre foi inteligente e culta e passou para o filho o hábito da leitura.
Ele parou em uma semáforo, já estávamos em uma rua movimentada, e falou que iria pedir uma coisa, mas que tinha deixado para pedir quando estivéssemos numa rua movimentada para me mostrar que não estava querendo forçar nada. Fiquei um pouco contrariada pois pensei que aquela situação estava se encaminhando para o final, mas mesmo assim perguntei o que era...
O que ele pediu entrou como um vendaval na minha cabeça, mas ele novamente foi eloqüente ao falar, me envolvendo com argumentos que me levaram a concordar: É que eu tenho no meu cérebro, tia Magda, duas coisas com as quais posso dar mais veracidade às minhas fantasias com a senhora. A primeira delas a senhora não sabe, pois obtive sem teu conhecimento... Fiz uma cara de curiosa... “... é a imagem, tia. Imagem da senhora de biquíni. Guardo como uma fotografia, nas vezes que lhe vi na piscina e na praia, as tuas pernas, as tuas coxas e... a tua bunda... A Segunda a senhora me deu hoje... o som. Guardarei gravadas no meu pensamento aquelas palavras. Assim, tia, tendo a imagem e o som eu queria ter o tato...
A princípio não entendi direito o que ele queria e por isso perguntei: - “ Como assim, André?”... ao que ele respondeu: “eu queria te tocar... para juntar a textura da tua pele ao som das tuas palavras e à visão do teu corpo...”. Mesmo sentindo que estava indo longe demais, concordei.
Ele retornou e tomou o caminho do lugar em que havíamos parado, umas três quadras antes. Foram dois ou três minutos de silencio. Estacionou e desligou o carro. Na penumbra, apenas a luz da rua, num poste um pouco distante, permitiu que eu visse a expressão do seu rosto quando colocou a mão na minha face e, passando o dedo sobre meu lábio, disse: “Tia, hoje é o dia mais feliz da minha vida...”. Dei um leve sorriso e beijei levemente sua mão, respondendo: “Então entenda minha situação e seja rápido.”. Estava um pouco trêmulo. Acariciou minha face, voltou a passar o dedo polegar em meus lábios, entrelaçou meus cabelos; com doçura pegou o lóbulo de minha orelha, tocou com a palma da mão em meu pescoço. Eu estava com o pensamento longe...não sabia o que pensar daquela situação...procurava explicar para mim mesma porque permitia aquilo, quando ele deslizou a mão sobre meu ombro e fez cair a alça de meu vestido, deixando meu seio totalmente a descoberto. Fiz menção de reerguer o vestido, mas antes que pudesse fazer isso ele passou delicadamente a palma da mão no bico do meu seio e perguntou: - Posso ? Sem falar, fiz sinal com a cabeça que sim. Por alguns segundos ele continuou a acariciar o biquinho com a palma da mão até que, fechando-a, apertou meu seio, que é bastante volumoso. Talvez por alguma expressão de meu rosto perguntou-me: - Doeu, tia? - Não... respondi com voz trêmula.
O diálogo que travamos naquele momento pode ter eliminado os temores que ele ainda tivesse de que eu reagisse ao seu assédio: - Agora, André, olhando e tocando nos meus seios você vai ver porque uma mulher de 43 anos não pode lhe despertar mais desejos do que a Vanessa, a Giselle e a Denise, ou meninas na idade delas. - Porque? - Porque os seios das meninas entre 16 e 20 anos são mais bonitos do que os de uma mulher na minha idade. Sem contar que amamentei a Giselle até quase dois anos. “- Tia, teu seio parece de uma mocinha...”. Sorri, e ele com a outra mão desceu a outra alça do vestido, passando a acariciar ambos os seios ao mesmo tempo. Após um determinado tempo, segurou meu rosto entre suas mãos e perguntou: - Tia, deixa eu beijar a tua boca? Não tive tempo de dizer nada. Sofregamente ele me beijou de uma maneira que jamais havia sido beijada. Demoramo-nos num beijo ardente. Apenas, por um segundo, ele parou de me beijar, para levantar sua camisa, de maneira que pudesse roçar seu peito em meus seios. Descontrolado, ele beijou meus lábios, meu pescoço, até descer e sugar avidamente meus mamilos. Perdoem a redundância, mas era mesmo descontroladamente a maneira como beijava, mordiscava e sugava meus seios... Tive medo de ficar com marcas. Pedi que parasse. Ele ainda beijou suavemente mais alguns segundos e me olhou...: “tia...eu não acredito que mereci tudo isso...”. - Vamos..., pedi. - Só um segundo mais, tia... deixa eu fazer um carinho nas tuas pernas e nas coxas? - Rápido, André... Já faz quase uma hora que saímos da tua casa... - O tio não sabe que horas nós saímos de lá... - Mas a Joyce sabe... - Tenho muitas desculpas para dar pra mãe e explicar a demora. A última coisa que ela ia imaginar é que eu demorei porque fiquei aqui de amasso com a senhora. Aquela palavra me soou estranhamente. Comentei com ele: “André, isso que você falou, “ficar de amasso comigo”, me fez sentir uma coisa engraçada... me sinto uma adolescente.”. Ele colocou minha perna em seu colo, descalçou meus sapatos e acariciou meu pé, meu tornozelo e foi acariciando minha perna, em silêncio, até chegar na minha coxa.
Nesse momento cometi o maior erro de minha vida: ao acariciar a parte superior da minha coxa ele roçou levemente um dos dedos na minha vagina. Sem me dar conta do que significava o gesto, reclinei-me ainda mais sobre o banco e fiz uma leve abertura de pernas e ele, evidentemente, entendeu que eu estava desejando aquela carícia. Sem hesitar, colocou a mão por baixo da minha calcinha e vi que se surpreendeu com uma coisa. Nem eu havia me dado conta, mas eu estava num estado de excitação tão grande, embora inconsciente, que minha lubrificação vaginal era enorme. Estava totalmente encharcada. André passou varias vezes a mão em minha vagina, aumentando ainda mais a lubrificação e minha excitação.
Quando eu ensaiava uns movimentos para acompanhar sua mão ele a retirou, completamente molhada, do meio de minhas pernas, cheirou e molhando a pontinha do meu nariz com meu próprio líquido vaginal, perguntou: - Tia, isso quer dizer que não esta sendo bom apenas para mim? - Claro, André... - Vamos para um motel, tia? - Não, André... isso não.... - Mas a senhora quer ter prazer? quer gozar? - Eu to tendo prazer, André....faz um pouquinho mais e vamos embora... estamos demorando muito... - Então me diz que a senhora quer um pouco mais...que tá gostando.... que tá bom... - Eu já falei, André....faz um pouquinho mais.... depois vamos... Ao sentir que eu estava envolvida com o momento, ele apressadamente arriou minha calcinha e ai, então, sem o incomodo da roupa, passou a massagear fortemente minha vagina. Intercalando com os movimentos, colocava o dedo médio dentro de mim, fazendo com que eu soltasse pequenos inaudíveis sussurros, claras manifestações de prazer.
Jamais senti tamanha sensação de prazer físico. Passava pela minha cabeça a loucura que estava cometendo, mas o sexo foi mais forte. - Aaaiii, André... tu vai me matar.... Andrééé... tu vai me levar à loucura... Ele, sem tirar o dedo de dentro de mim, aproximou-se ainda mais de meu corpo e, aumentando o compasso das estocadas manuais, passou a alternas beijos em meus seios e na boca... “Não me marca, André... não chupa com muita força minhas tetas..”.
Me dei conta de que estava, inclusive adotando outro vocabulário, até que, despudoradamente falei: - Forte, André... mais forte...com a mão....na buceta, André...forte na buceta... mais fundo, André.... eu vou ter orgasmo, André.... faz assim na tia.... aaiii....Aaanndréé....mais...mais forte... ai, meu filho adorado... meu amado... que a Joyce nos perdoe... que o Sérgio me perdoe... forte...forte... esfrega, André... na buceta....aaii... a buceta... ai... é gostoso... ai... assim... faz.... aaaiiii, André.... Giselle, minha filha.... me perdoa... a mãe enlouqueceu... teu primo me enlouqueceu.... aii, André... me faz ter prazer... me dá prazer... eu quero ter prazer.... faz a tia gozar.... faz a tia gozar...meu filho querido...aiiiii.....Andrééé... agooraaa....
Ao ver o banco do carro totalmente manchado com meu gozo me bateu um desespero. -André, olha só a sujeira.....vamos num postos limpar isso aqui... - Tia, não esquenta. esse carro só vão usar amanha...quando já estará seco. Se ficar manchado eu digo que derramei cerveja ou refri. - Tá bem, André, mas não esquece de dar uma limpada no carro, mesmo assim.... pode ficar o cheiro. -Tia, a senhora não é a única mulher no mundo que goza. Se a mãe e o pai notarem algo vão pensar que foi a Vanessa. Afinal, é mais natural que eu tenha transado com ela do que com a senhora. - Fico preocupada. Recoloquei a calcinha e pedi para irmos embora. Tive a impressão de que ele atenderia imediatamente, mas me olhou com olhos de quem implora e perguntou se não merecia um carinho igual ao que me havia feito. Perguntei-lhe o que desejava, ele baixou a bermuda que usava, fazendo saltar aos meus olhos seu membro viril. Segurando minha mão, falou: “agarra, tia...” Segurei, e sem saber o que fazer iniciei um lento movimento de vai-e-vem, como se o estivesse masturbando.
Ao toca-lo senti-o como ele o sentia, segundo me havia dito, quando se masturbava pensando em mim: duro, quente e latejando. Um mastro ereto, a glande roseada e reluzente, abaixo uma haste rígida de veias e sangue. - André, não sei porque estou fazendo isso. Jamais segurei ou olhei um pênis que não fosse o do seu tio. Ele segurou minha cabeça e puxou-a de encontro ao seu colo. Tentei resistir: - não André... isso não... Ele ignorou e delicadamente forçou um pouco mais minha cabeça, até que meu rosto se aproximou de seu membro. Ele levantou-se um pouco do banco do carro, fazendo com que a cabeça do membro tocasse em meus lábios. Sem pensar no que estava fazendo, passei milha língua em torno dela e abocanhei aquele pênis volumoso e quente, arrancando de André uma expressão chula, mas que demonstrou toda sua excitação: - Puta que pariu ! Que tesão, tia... não pára... por favor não pára de chupar.
Foi o que fiz. Fiquei chupando por alguns minutos, até que ele mesmo tirou-o de minha boca e falou: - Tia, o que está acontecendo aqui é a realização da minha fantasia mais impossível.... do meu desejo mais louco... eu queria por em prática tudo o que imaginava quando me masturbava pensando na senhora. - Que mais tu queres além disso, André ? -Quero poder falar aquelas coisas meio agressivas que eu imaginava lhe dizer. Fiquei confortada ao ver que mesmo depois de todas as liberdades que eu havia permitido ele ainda tinha respeito por mim. - Fala, André...pode falar... - Foi como se toda a volúpia daquele rapaz se derramasse sobre mim naquele momento: - Então engole essa piça, puta sem vergonha. - Chupa o pau do teu sobrinho, vagabunda ordinária. - Cadela, chupadora de pica. Senti seu gozo próximo. “ tu vais gozar na minha boca, André?” - Vou, tia... ou a senhora quer outra coisa... Fez-se um segundo de silêncio e ele voltou a falar: - Diz alguma coisa, tia... A frase estava pronta... ele mesmo houvera colado na minha cabeça. Apenas balbuciei: “... me fode, André... me fode cachorinho da tia...”. - Não brinca, tia...diz uma coisa que a senhora quer mesmo... - Me fode, André... me fode, cachorrinho da tia... - Eu quero que a senhora diga algo que esta desejando de verdade. - Não era isso que você queria escutar de mim, de verdade? Me fode, André... me fode, cachorrinho da tia... Estou falando de verdade...
Ele ergue-se rapidamente e com gestos decididos me fez deitar sobre o banco reclinado. Tirou novamente minha calcinha, levantou o vestido, abriu-me as pernas e, com o membro duro, quente e latejando, colocou-se entre elas.
Pela primeira vez na vida eu estava sendo penetrada por um homem que não o meu marido. Pela primeira vez minha gruta vaginal abrigava um pênis que não era do homem com quem casei.
Foram os momentos mais loucos que vivi. Entre beijos e palavras obscenas fazíamos movimentos que aumentavam ainda mais a sensação de prazer carnal que sentiamos. Aquele pequeno carro estava sendo a alcova da mais alucinante cena de sexo que jamais pensei viver. Ele procurava varar minhas entranhas com estocadas fortes, firmes. Cada estocada parecia rasgar minha vagina. Nossos movimentos foram se apressando, até após uma estocada ele soltou um urro “huunnrrr... tia...eu to gozando...”. “Goza, André...goza tudo dentro da tia.... não pára.. não pára... mais...forte... Senti sua ejaculação dentro de mim.
Tivemos um orgasmo demorado e profundo. Ele recostou-se na banco do motorista e tive medo que adormecesse. Pedi que pusesse a roupa para, agora sim, irmos. Também me vesti. Enquanto colocava a calcinha sentia o sêmen escorrendo em minhas coxas...mas agora era tarde para pensar em como limpar tudo aquilo. Seria pior demorarmos mais. - André... nem camisinha a gente usou, ainda comentei.
Embora relatando não pareça, foi tudo muito rápido. Não mais do que 15 ou 20 minutos. Mas esse pequeno espaço de tempo foi suficiente para uma longa viagem de erotismo e de sexualidade. Em minha vida pacata de mulher casada, esposa fiel e mãe dedicada, nunca poderia imaginar o delírio de um gozo proibido, de um orgasmo pecador. Mas essas sensações deliciosas foram divididas até meu querido André se casar... sexta-feira, 21 de outubro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Madame Satã – Pague para entrar, reze para sair!!!
Isso mesmo, O Madame Satã era a melhor balada de SP, onde a arquitetura trazia história e os frequentadores pareciam saídos de um filme cult B-side...
Desde os 15 anos frenquentei essa casa. Com RG falso, sem RG, porque depois de um tempo os seguranças todos já me conheciam... Imagina se não: era a perfeita gótica, saída daqueles filmes de terror, ora de mini-sai, blusinha e coturno, ora vestida a caráter medieval... Sem dispensar o espartilho e o batom preto, é claro... a perfeita "rebelde sem causa"!!!
Mas vamos ao que realmente interessa... Quando adolescente, eu andava com um grupo de garotos que realmente curtiam o mesmo som, os mesmos lugares... Então esses eram os caras que me "protegiam"... Mas não é com nenhum (ou todos) eles que vou contar minha história. É com minha melhor amiga, companheira de tantas "putarias". Minha adorada Karol...
Era a terceira ou quarta vez que saíamos juntas e já tínhamos falado sobre tudo, até dos assuntos mais quentes: fantasias, desejos, posições… Ela já tinha me confessado que gostava de um sexo mais carinhoso, mas que uns tapas apimentavam a relação !! Enquanto escutava suas confissões, imaginava as caras e bocas dela. Era como revisar a matéria antes da prova final (queria saber cada detalhe, pra nada sair errado). Além das conversas, os pensamentos também já estavam indo longe demais e ela sabia como atiçar minha imaginação.
Pra quem não conhece, a casa era um reduto para saudosistas como eu, que são apaixonados por Anos 80, EBM. Gothic... Não era e nunca foi um puteiro, como algumas pessoas pensam. Mas o ambiente era simplismente espetacular!
Voltando ao principal, no meio das confissões, Karol fez questão contar que tinha 2 piercings: um no mamilo esquerdo e outro no clitóris, em formato de ferradura. Segundo ela, os dois davam muito prazer na hora do sexo. E eu só pensava neles !! Durante o trajeto de ida pra balada, eu a observava... Eal com uma camisa branca, bem transparente, com um sutiã, que deixava transparecer o formato dos mamilos e destacava o piercing. Tentava desviar o olhar, mas olhar pra aquela boca carnuda bem delineada de batom vermelho era pior: conforme o vento jogava seus cabelos, alguns fios ficavam presos nos seus lábios, o que a deixava mais sexy ainda.
O tempo mudara e na fila de entrada da balada ela se abraçou a mim. Senti seus mamilos enrijecidos pelo frio, o que me deixou com mais tesão! Queria colocar a boca naqueles peitos, chupar eles devagar e deliciosamente. Mas me contive e entramos na balada. Estávamos em 3 rapazes e só nós duas de garotas. A pista daquele lugar é o inferno na terra. Apertada, quente, pequena, cheia de figuras dançando ensandecidamente... É claro que rolam muitos amassos, beijos de todo tipo e com todo mundo que aparece. Foi nessa hora que comecei minhas preliminares com Karol. Eu e meus amigos fizeram um sanduíche da Karol. Eram línguas em todos os lugares possíveis e descobertos, respeitando é claro o ambiente. Mas quando puxei Karol pra mim, ela veio com um desejo enoooorme... já tinhamos bebido um pouco, o que deixou a coisa mais solta. Nossos amigos só ficaram como expectadores, imaginando o fim dessa pegação.
Karol estava com muito calor e eu, nada boba e com muita malícia, joguei-lhe um copo de água em seu rosto, que escorreu pelo seus seios... Ah!!! a visão do paraíso. Ela tava toda molhada; a blusa branca mostrava o rosado do seu biquinho apontando pra cima com frio. Meus olhos não disfarçavam ao procurar o piercing dela. Certamente minha cara me denunciava, mas a vontade de sentir seu corpo falava mais alto.Ela continuava a dançar freneticamente aom som de New Order, mas aqueles peitos por baixo da blusa me chamavam o tempo inteiro.
Eu já não me continha mais... Queria ir pra um lugar mais reservado, saborear melhor aquela fruta desconhecida. Ela disse que precisava ir banheiro. E foi andando. Logo em seguida deixei meus amigos na pista e fui atrás.Encontrei a porta fechada, mas fiquei esperando até ela abrir a porta e se deparar comigo. Não fez cara de surpresa, pelo contrário : me puxou pra dentro, trancou a porta e sussurrou no meu ouvido que não agüentava mais.O banheiro era pequeno e sujo, foi projetado pra só uma pessoa mesmo. A lâmpada fazia ele ficar abafado demais; mal entrei e já estava suando !!! Nos agarramos e ali mesmo começou a rolar um beijo com vontade… Senti meu corpo amolecer de tão bom que estava. Ela encostou na parede e me puxou com força contra o seu corpo, forçando um ritmo cada vez mais intenso.Levantou a saia e afastou as pernas para se encaixar na minha. Desci um pouco meu corpo pra ela subir. O suor já escorria por dentro da minha blusa quando senti sua buceta se abrindo e a calcinha já molhada me encostando . Por um instante pensei que pudesse estar delirando mas ela apertava mais e mais a buceta molhada e quente contra minha perna.Ela se movimentava tão feroz que me fazia sentir o volume do piercing no seu clitóris, que estava rígido e latejando, doido pra receber um carinho. A respiração dela no meu ouvido ficava cada vez mais forte, cada vez mais ofegante. Fui descendo a mão pelas suas costas até dentro das suas coxas. Ela afastava as pernas querendo que eu a encontrasse logo. Peguei na sua calcinha e puxei com tudo para o lado (ela já estava completamente molhada). Senti aquela pele gostosa, lisa, sem pêlo algum !! Abri os lábios lambuzados devagar para colocar o primeiro dedo. Quando sentiu meu dedo tocando seu grelo, contraiu o corpo todo de tanto tesão. Brinquei com seu piercing e fiquei fazendo um carinho gostoso. Ela abriu minha calça e foi colocando a mão devagar. Senti quando o dedo dela encostou no meu grelo. A calça estava apertada e deixava gostoso qualquer movimento que ela fazia com o dedo. Desci mais um pouco e fiquei brincando com o dedo na portinha dela. Ela rebolava doida pra sentir ele entrando. Coloquei a cabeça do primeiro dedo, depois do segundo; fiquei mexendo devagar, entrando e saindo só com a cabecinha. Ela gemia baixinho no meu ouvido ao mesmo tempo que brincava em mim também…. Estava tudo muito gostoso até que alguém resolveu bater na porta do banheiro. Rapidamente ela ajeitou o vestido e o cabelo pra sairmos do banheiro como se nada tivesse acontecido. Pagamos a conta e fomos cada uma pra sua casa... No dia seguinte, ela me ligou logo cedo dizendo que não iria pra aula, pedindo para que eu a encontrasse . Fui vê-la, mesmo sem entender muito bem o que tava acontecendo.. Cheguei uns vinte minutos antes da hora marcada. Acendi uns quatro cigarros até ela chegar; linda, num vestido curto e provocante, de óculos escuros, mal conseguia olhar para mim enquanto falava. Parou um táxi, entrou com pressa e eu logo em seguida. Parecia que estávamos fugindo de alguém !! Com mais calma, deu uma risada nervosa dentro do carro, olhou pra mim e explicou toda a fuga. Seus pais estavam viajando, a casa estava vazia. Ou seja, ela queria tanto quanto eu e tava me convidando. Depois de um bom silêncio, ela falou alguma coisa que eu não entendi muito bem, pegou e colocou minha mão entre as pernas dela. Senti de novo meu corpo ficar quente. Alisei sua coxa até debaixo do vestido e entendi o que ela queria me mostrar: a safada estava sem calcinha!! Me deixou louca de tesão !! Fiquei passando o dedo de ponta a ponta da sua buceta e ela ia abrindo a perna bem devagar para que meu dedo alcançasse mais fundo. Eu conseguia sentir a cabeça do seu grelinho quando o táxi parou em frente ao prédio dela.
Saímos do carro com pressa; mal nos olhamos no elevador. Ela abriu a porta de casa e tudo começou na mesa da cozinha, que fica em frente a porta. Ela sentou na mesa e me puxou pra si com as duas pernas. Passei a mão por baixo da sua bunda e apertei mais seu quadril contra o meu !!! Ela me empurrou pra trás, pensei que ia pedir pra parar !!!! Mas não: deliciosamente, abriu as pernas e disse ?Posso pedir ?!?. Eu fiz que sim com a cabeça . ?Me chupa !!? Olhei para a buceta dela, aberta, vermelha, gostosa, me chamando; chega dar água na boca . Chupei com vontade, de todos os jeitos . Ela gemia mais fortes quando passava no piercing. Brinquei com a língua na portinha e ela empurrava o quadril pra frente, querendo que entrasse mais !! Enfiava a língua com mais força e ela apertava minha cabeça entre suas pernas, rebolando gostoso demais.
Depois de um bom tempo chupando, fomos para o quarto dela. O calor estava infernal.Suávamos como num filme mexicano : sexo num quarto de motel barato com ventilador de teto girando beem devagar !! As duas sem roupa, sentadas de frente e o corpo deslizava um no outro, molhado de suor !!! Ela se ajeitando, conseguiu encaixar direitinho. Senti um molhado em mim e eu também molhada demais. Chegamos a um consenso e ficou ótimo para as duas.O movimento começava devagar e ia aumentando mais e mais. Ela se empurrava contra mim e eu correspondia. Sentia seu piercing passando pelo meu clitóris… tava tão bom, tão bom ; foi ficando gostoso até que eu gozei. Cansada, fui deitando pra recuperar o fôlego. Mas ela ainda queria mais !! Deitou o corpo em cima do meu, me beijou e seus peitos passaram quase encostando na minha boca. Quando soltou o peso, eles ficaram apertado contra os meus. Ela já fazia um movimento de vai e vem se esfregando no meu corpo com vontade. Logo olhei pro piercing no mamilo esquerdo, o biquinho durinho, gostoso. Ela reparou que eu estava olhando e perguntou se eu gostava dele. Por cima, foi deitando, levando um deles direto pra minha boca, oferecendo, me dando. Foi um dos momentos em que senti mais tesão. Ela contraia o corpo e soltava um gemido baixinho . Seu peito quase inteiro na minha boca, sugando energicamente, uma delícia!! Brincava com a língua no piercing dela e fazia barulho dele batendo nos meus dentes. Num golpe troquei de posição: agora ela estava por baixo , as pernas abertas me envolvendo, completamente nua, linda e minha !! Afastei mais suas pernas, estavam bem abertas, a cena era excitante demais. Ela ali: dominada, molhada, suada, se rendendo de vontade. Transamos várias vezes naquela tarde...e não posso negar que foi uma experiência maravilhosa... Nossa amizada ainda rendeu vários encontros, que vou contar logo logo pra vocês!!!
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Efeitos de um baile funk
Criar esse canal de desabafos causou um efeito muito interessante... Comecei a surtar (em pensamento), buscando as lembranças de contos que já escrevi e estão perdidos entre minhas anotações... vou tentar postar agora um conto simples, curto, apenas como aperitivo...
Sabe aquela semana que é terrível... que a gente não vê a hora de chegar o fim de semana pra curtir e relaxar. Mas acho que não relaxei muito, porque no lugar que fui sábado a noite é a prova concreta de que o inferno existe.
Quase não conseguimos chegar vivas ao bar, devido à tantas encochadas, beliscões e dedadas que levamos enquanto caminhávamos em meio aquela multidão repleta de machos suados, sem camisas e dispostos a foder qualquer garota que passasse por eles. Ainda bem que estávamos de calças jeans, caso contrário tadinhas de nossas xoxotas. No balcão do bar lotado pedimos umas cervejas e, enquanto esperávamos, tínhamos que ficar atentas a todos os machos que passavam por detrás de nós, pois, não paravam de nos encochar e nos apalpar, chegamos até a rir daquela situação, até que eu olho pro meu lado no balcão e dou de cara com um moreno gostoso que também esperava ser atendido, e ele estava com o zíper aberto, cueca à mostra e sem camisa, olhando pra mim e me perguntando com a cara mais cínica do mundo: “-Aí gatinha linda, tu quer que eu te chupe a bucetinha? Sou bom nisso, sabia?” Puta que o pariu!!! Eu não sabia se eu ria ou se deixava ele realmente chupar minha buceta, só pra ver se ele cumpriria com tal promessa tão descarada, ainda bem que uma garota veio por trás dele e o puxou de volta pro meio da multidão, aí as cervejas vieram, geladérrimas como bem queríamos, amenizando um pouco o calor que fazia.
Daí olho pro palco quando o "MC" chama para cima seis garotas da platéia pra dançarem com os dançarinos do grupo que se apresentava, e a dança em si era puro sexo sem penetração, pois, os caras pegavam as minas de tudo que era jeito e insinuavam posições sexuais das mais diversas, só que entre uma posição e outra os espertinhos aproveitavam para beijarem, chuparem, apalparem e dedarem as garotas com força e satisfação. Afastada de onde estávamos, Silvana, uma das amiguinhas da Lu, conversava com um carinha ao pé do ouvido, e logo em seguida ela fez um sinal chamando a gente e apontando pro alto, pra um camarote á cima que ficava de frente pro palco, fui junto com elas mesmo sabendo que iríamos ter que dar algo em troca de tal comodidade. Subimos uma escadaria cheinha de gente se pegando e se comendo, enquanto outras dormiam de tão embriagadas, e lá em cima fomos apresentadas aos donos do tal camarote, uns playboyzinhos metidos a maloqueiros, sentados num enorme sofá diante uma mesa repleta de bebidas diversas, todos estavam sem camisetas e na companhia de algumas vadias que não paravam de “boquetear” seus paus, quando não estavam rebolando em cima deles,claro.
Sabe aquela semana que é terrível... que a gente não vê a hora de chegar o fim de semana pra curtir e relaxar. Mas acho que não relaxei muito, porque no lugar que fui sábado a noite é a prova concreta de que o inferno existe.
Eu e minha amiga Karol marcamos de conhecer um lugar diferente, em busca de diversão, só que desta vez estávamos acompanhadas de duas amiguinhas novas, a Luciana e Silvana, duas morenas gostosas de uns 19 a 22 anos. Só que eu não contava que o tipo de diversão que elas estavam acostumadas era muito mais intenso e perigoso do que poderíamos imaginar, pois estas duas loucas nos convidaram para ir num lugar que até então nós jamais tínhamos ido, apesar de sempre termos a curiosidade de conhecer e...experimentar. Um baile funk, mas, não era um baile funk qualquer, era um daqueles "proíbidões", repleto de putaria pra todos os lados, desde o estacionamento ao palco das apresentações.
Eu e Karol nunca fomos santas e tão pouco havia algo em matéria de putaria que nós não tínhamos já provado antes, pois, pra quem já trepou com garotos de idade abaixo dos 16 anos, com homens casados, professores na sala de aula e até participou de orgias em casas de swing, um baile funk seria só um passatempo... Doce engano. Me fudi, literalmente.
Pois, ao chegar lá, a sensação que eu tive foi que eu tinha morrido, e que por conta desse meu vício por sexo, eu tinha ido direto pro inferno, e ali era purgatório. Logo no estacionamento, enquanto eu procurava uma vaga para o carro, dava pra ouvir claramente apesar da música alta que saía de dentro do clube, sussurros, gemidos e gritos soltos no ar... Desde a saída do carro até a entrada no clube o que mais vimos foram garotas em bancos traseiros de carros, em cima de capôs, encostadas em paredes e até deitadas no chão do estacionamento sendo fodidas por garotões afoitos sem dó, algumas até com cinco a seis ao mesmo tempo... E isso tudo só na entrada do baile.
E quando entramos foi uma visão do inferno. O som era não só muito alto como contagiante mesmo, parecia entrar sem permissão através dos poros da pele, invadindo as veias, indo direto ao coração e ao cérebro. Logo na entrada, próximo a uma parede havia uma enorme poltrona vermelha, aonde deviam ter uns 10 a 15 casais trepando adoidados, à minha frente, debruçada numa mesa, uma bela loira rabuda de costas pra um crioulo alto e forte toda a vida, enquanto ele metia na bundona branca dela sem intervalos, daí uma das amigas da Lu nos chamaram pra irmos até o bar pegar alguma coisa pra tomarmos. E lá fomos nós, de mãozinhas dadas para não nos perdermos umas das outras no meio daquela multidão enfurecida a cada refrão pornográfico do grupo que se apresentava ali no palco, aliás, eram seis morenos saradérrimos que atiçavam as menininhas com as suas coreografias obscenas, e frente ao palco deles essas tais menininhas, quase todas nuas, se exibiam como bem queriam pra eles, mostrando seus peitos, tirando suas calcinhas e mostrando suas xotas, outras então, iam além disso, se beijando e se chupando desavergonhadas de qualquer loucura.
Quase não conseguimos chegar vivas ao bar, devido à tantas encochadas, beliscões e dedadas que levamos enquanto caminhávamos em meio aquela multidão repleta de machos suados, sem camisas e dispostos a foder qualquer garota que passasse por eles. Ainda bem que estávamos de calças jeans, caso contrário tadinhas de nossas xoxotas. No balcão do bar lotado pedimos umas cervejas e, enquanto esperávamos, tínhamos que ficar atentas a todos os machos que passavam por detrás de nós, pois, não paravam de nos encochar e nos apalpar, chegamos até a rir daquela situação, até que eu olho pro meu lado no balcão e dou de cara com um moreno gostoso que também esperava ser atendido, e ele estava com o zíper aberto, cueca à mostra e sem camisa, olhando pra mim e me perguntando com a cara mais cínica do mundo: “-Aí gatinha linda, tu quer que eu te chupe a bucetinha? Sou bom nisso, sabia?” Puta que o pariu!!! Eu não sabia se eu ria ou se deixava ele realmente chupar minha buceta, só pra ver se ele cumpriria com tal promessa tão descarada, ainda bem que uma garota veio por trás dele e o puxou de volta pro meio da multidão, aí as cervejas vieram, geladérrimas como bem queríamos, amenizando um pouco o calor que fazia.
Daí olho pro palco quando o "MC" chama para cima seis garotas da platéia pra dançarem com os dançarinos do grupo que se apresentava, e a dança em si era puro sexo sem penetração, pois, os caras pegavam as minas de tudo que era jeito e insinuavam posições sexuais das mais diversas, só que entre uma posição e outra os espertinhos aproveitavam para beijarem, chuparem, apalparem e dedarem as garotas com força e satisfação. Afastada de onde estávamos, Silvana, uma das amiguinhas da Lu, conversava com um carinha ao pé do ouvido, e logo em seguida ela fez um sinal chamando a gente e apontando pro alto, pra um camarote á cima que ficava de frente pro palco, fui junto com elas mesmo sabendo que iríamos ter que dar algo em troca de tal comodidade. Subimos uma escadaria cheinha de gente se pegando e se comendo, enquanto outras dormiam de tão embriagadas, e lá em cima fomos apresentadas aos donos do tal camarote, uns playboyzinhos metidos a maloqueiros, sentados num enorme sofá diante uma mesa repleta de bebidas diversas, todos estavam sem camisetas e na companhia de algumas vadias que não paravam de “boquetear” seus paus, quando não estavam rebolando em cima deles,claro.Não gostei nada dos carinhas, aliás, se tem um tipo que não me atrai de forma alguma é o tipo playboyzinho, e se eu tivesse que dar pra alguém ali obviamente não seria pra eles, daí chamei a Silvana e a Lu num canto e disse para sairmos dali o mais rápido possível, afinal, aquela altura, corria o risco até mesmo do nosso carro nem estar mais no estacionamento, bebemos um pouco da bebida deles e, antes deles se agradarem conosco pedimos licença pra irmos ao banheiro e aproveitamos o estado embriagado deles e fomos direto pra fora do clube. Lá fora, nós três corremos pro estacionamento e, chegando lá, as mesmas visões de quando chegamos ainda estavam presente, ou seja, garotas e garotos trepando adoidados por todas as partes, achamos meu carro intacto e rápido entramos e demos o fora de lá. Já devia ser umas 4:30 da madrugada e, enquanto saíamos de lá, resolvemos parar num bar que normalmente frequentamos depois das aulas na facu, e pra relaxarmos de vez tomamos mais umas cervejinhas antes de voltarmos pra casa, daí em diante começamos a dar risada de tudo o que tinha acabado de acontecer, e até tiramos o lado positivo da aventura nesse tal baile funk, pois, vimos com os nossos próprios olhos que existem lugares e experiências ainda mais arriscados e perigosos do que os que normalmente experimentamos, e são coisas pesadérrimas demais pra simples patricinhas vadias de facu como é o nosso caso, Porém, conversa vai e conversa vem, eis que percebemos que não conseguimos até aquele momento o que nos propomos a conseguir sempre quando saímos juntas a noite, que é...uma bela e suculenta ROLA kkkkkkkkkk...
Mas, enfim, aquilo não foi problema nenhum de resolvermos, pois, bastou ficarmos mais uns minutinhos ali no bar e logo estávamos rodeadas de carinhas de todos os tipos e intenções flertando com a gente, daí em diante foi só escolhermos os que mais nos agradaram para darmos nossas trepadinhas básicas, cada qual na sua vez, ora no estacionamento, ora no banheiro, ou no banco traseiro de seus carros. Eu por exemplo, escolhi um moreninho alto, forte e muito gostoso, e lá estava eu, suada e cansada da perigosa experiência no tal baile funk, mas disposta a não voltar pra casa sem uma gozadinha que fosse, calça jeans e calcinha arriada até metade da coxa, de costas pro tal moreninho gostoso, com o bundão empinado e me segurando no muro do estacionamento do bar, enquanto ele socava gostoso sua rola grossa bem dentro da minha xoxota.
Nossa!! Era daquilo que eu tava precisando pra esquecer um pouco a confusão toda que eu havia vivido, só que quanto mais o moreninho me fodia mais eu lembrava dos refrões pornográficos das músicas, dos sujeitos devassos daquele clube de baile funk rebolando e exibindo seu paus eretos enquanto me apalpavam sempre quando eu passava no meio deles, das cantadas chulas, do gritos e gemidos que ecoavam no estacionamento, e do forte cheiro de esperma que impregnava o salão daquele lugar, AAAAAAHHHHHHHRRRRR... gozei não só por conta da rola do cara que estava me fodendo gostoso, ali no estacionamento escuro do bar, como também por estar motivada pelas imagens explícitas que estavam fresquinhas na minha mente. Tanto que nem mesmo notei que eu já estava sendo fodida. Puta merda, eu estava toda suada e fedida, meus mamilos estavam duros e estufados, minhas pernas bambas devido ao primeiro gozo, até que veio o segundo gozo, de tanto aquele moreninho meter no meu cu e ao mesmo tempo esfregar com uma mão a minha xoxota molhadinha e latejante eu não aguentei e nem segurei o gemido em tom de grito, AAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHRRRRRRRRNNN... mal escutava ele me pedindo calma, pra não gritar e tudo mais.
Já em casa, me joguei na cama e nem tive tempo e disposição pra levantar e ir até o banheiro pra tomar uma ducha fria, desmaiei de tão cansada...
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