segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Efeitos de um baile funk

Criar esse canal de desabafos causou um efeito muito interessante... Comecei a surtar (em pensamento), buscando as lembranças de contos que já escrevi e estão perdidos entre minhas anotações... vou tentar postar agora um conto simples, curto, apenas como aperitivo...

Sabe aquela semana que é terrível... que a gente não vê a hora de chegar o fim de semana pra curtir e relaxar. Mas acho que não relaxei muito, porque no lugar que fui sábado a noite é a prova concreta de que o inferno existe.

Eu e minha amiga Karol marcamos de conhecer um lugar diferente, em busca de diversão, só que desta vez estávamos acompanhadas de duas amiguinhas novas, a Luciana e Silvana, duas morenas gostosas de uns 19 a 22 anos. Só que eu não contava que o tipo de diversão que elas estavam acostumadas era muito mais intenso e perigoso do que poderíamos imaginar, pois estas duas loucas nos convidaram para ir num lugar que até então nós jamais tínhamos ido, apesar de sempre termos a curiosidade de conhecer e...experimentar. Um baile funk, mas, não era um baile funk qualquer, era um daqueles "proíbidões", repleto de putaria pra todos os lados, desde o estacionamento ao palco das apresentações.

Eu e Karol nunca fomos santas e tão pouco havia algo em matéria de putaria que nós não tínhamos já provado antes, pois, pra quem já trepou com garotos de idade abaixo dos 16 anos, com homens casados, professores na sala de aula e até participou de orgias em casas de swing, um baile funk seria só um passatempo... Doce engano. Me fudi, literalmente.

Pois, ao chegar lá, a sensação que eu tive foi que eu tinha morrido, e que por conta desse meu vício por sexo, eu tinha ido direto pro inferno, e ali era purgatório. Logo no estacionamento, enquanto eu procurava uma vaga para o carro, dava pra ouvir claramente apesar da música alta que saía de dentro do clube, sussurros, gemidos e gritos soltos no ar... Desde a saída do carro até a entrada no clube o que mais vimos foram garotas em bancos traseiros de carros, em cima de capôs, encostadas em paredes e até deitadas no chão do estacionamento sendo fodidas por garotões afoitos sem dó, algumas até com cinco a seis ao mesmo tempo... E isso tudo só na entrada do baile.


E quando entramos foi uma visão do inferno. O som era não só muito alto como contagiante mesmo, parecia entrar sem permissão através dos poros da pele, invadindo as veias, indo direto ao coração e ao cérebro. Logo na entrada, próximo a uma parede havia uma enorme poltrona vermelha, aonde deviam ter uns 10 a 15 casais trepando adoidados, à minha frente, debruçada numa mesa, uma bela loira rabuda de costas pra um crioulo alto e forte toda a vida, enquanto ele metia na bundona branca dela sem intervalos, daí uma das amigas da Lu nos chamaram pra irmos até o bar pegar alguma coisa pra tomarmos. E lá fomos nós, de mãozinhas dadas para não nos perdermos umas das outras no meio daquela multidão enfurecida a cada refrão pornográfico do grupo que se apresentava ali no palco, aliás, eram seis morenos saradérrimos que atiçavam as menininhas com as suas coreografias obscenas, e frente ao palco deles essas tais menininhas, quase todas nuas, se exibiam como bem queriam pra eles, mostrando seus peitos, tirando suas calcinhas e mostrando suas xotas, outras então, iam além disso, se beijando e se chupando desavergonhadas de qualquer loucura.
Quase não conseguimos chegar vivas ao bar, devido à tantas encochadas, beliscões e dedadas que levamos enquanto caminhávamos em meio aquela multidão repleta de machos suados, sem camisas e dispostos a foder qualquer garota que passasse por eles. Ainda bem que estávamos de calças jeans, caso contrário tadinhas de nossas xoxotas. No balcão do bar lotado pedimos umas cervejas e, enquanto esperávamos, tínhamos que ficar atentas a todos os machos que passavam por detrás de nós, pois, não paravam de nos encochar e nos apalpar, chegamos até a rir daquela situação, até que eu olho pro meu lado no balcão e dou de cara com um moreno gostoso que também esperava ser atendido, e ele estava com o zíper aberto, cueca à mostra e sem camisa, olhando pra mim e me perguntando com a cara mais cínica do mundo: “-Aí gatinha linda, tu quer que eu te chupe a bucetinha? Sou bom nisso, sabia?” Puta que o pariu!!! Eu não sabia se eu ria ou se deixava ele realmente chupar minha buceta, só pra ver se ele cumpriria com tal promessa tão descarada, ainda bem que uma garota veio por trás dele e o puxou de volta pro meio da multidão, aí as cervejas vieram, geladérrimas como bem queríamos, amenizando um pouco o calor que fazia.

Daí olho pro palco quando o "MC" chama para cima seis garotas da platéia pra dançarem com os dançarinos do grupo que se apresentava, e a dança em si era puro sexo sem penetração, pois, os caras pegavam as minas de tudo que era jeito e insinuavam posições sexuais das mais diversas, só que entre uma posição e outra os espertinhos aproveitavam para beijarem, chuparem, apalparem e dedarem as garotas com força e satisfação. Afastada de onde estávamos, Silvana, uma das amiguinhas da Lu, conversava com um carinha ao pé do ouvido, e logo em seguida ela fez um sinal chamando a gente e apontando pro alto, pra um camarote á cima que ficava de frente pro palco, fui junto com elas mesmo sabendo que iríamos ter que dar algo em troca de tal comodidade. Subimos uma escadaria cheinha de gente se pegando e se comendo, enquanto outras dormiam de tão embriagadas, e lá em cima fomos apresentadas aos donos do tal camarote, uns playboyzinhos metidos a maloqueiros, sentados num enorme sofá diante uma mesa repleta de bebidas diversas, todos estavam sem camisetas e na companhia de algumas vadias que não paravam de “boquetear” seus paus, quando não estavam rebolando em cima deles,claro.
Não gostei nada dos carinhas, aliás, se tem um tipo que não me atrai de forma alguma é o tipo playboyzinho, e se eu tivesse que dar pra alguém ali obviamente não seria pra eles, daí chamei a Silvana e a Lu num canto e disse para sairmos dali o mais rápido possível, afinal, aquela altura, corria o risco até mesmo do nosso carro nem estar mais no estacionamento, bebemos um pouco da bebida deles e, antes deles se agradarem conosco pedimos licença pra irmos ao banheiro e aproveitamos o estado embriagado deles e fomos direto pra fora do clube. Lá fora, nós três corremos pro estacionamento e, chegando lá, as mesmas visões de quando chegamos ainda estavam presente, ou seja, garotas e garotos trepando adoidados por todas as partes, achamos meu carro intacto e rápido entramos e demos o fora de lá. Já devia ser umas 4:30 da madrugada e, enquanto saíamos de lá, resolvemos parar num bar que normalmente frequentamos depois das aulas na facu, e pra relaxarmos de vez tomamos mais umas cervejinhas antes de voltarmos pra casa, daí em diante começamos a dar risada de tudo o que tinha acabado de acontecer, e até tiramos o lado positivo da aventura nesse tal baile funk, pois, vimos com os nossos próprios olhos que existem lugares e experiências ainda mais arriscados e perigosos do que os que normalmente experimentamos, e são coisas pesadérrimas demais pra simples patricinhas vadias de facu como é o nosso caso, Porém, conversa vai e conversa vem, eis que percebemos que não conseguimos até aquele momento o que nos propomos a conseguir sempre quando saímos juntas a noite, que é...uma bela e suculenta ROLA    kkkkkkkkkk...
Mas, enfim, aquilo não foi problema nenhum de resolvermos, pois, bastou ficarmos mais uns minutinhos ali no bar e logo estávamos rodeadas de carinhas de todos os tipos e intenções flertando com a gente, daí em diante foi só escolhermos os que mais nos agradaram para darmos nossas trepadinhas básicas, cada qual na sua vez, ora no estacionamento, ora no banheiro, ou no banco traseiro de seus carros. Eu por exemplo, escolhi um moreninho alto, forte e muito gostoso, e lá estava eu, suada e cansada da perigosa experiência no tal baile funk, mas disposta a não voltar pra casa sem uma gozadinha que fosse, calça jeans e calcinha arriada até metade da coxa, de costas pro tal moreninho gostoso, com o bundão empinado e me segurando no muro do estacionamento do bar, enquanto ele socava gostoso sua rola grossa bem dentro da minha xoxota.
Nossa!! Era daquilo que eu tava precisando pra esquecer um pouco a confusão toda que eu havia vivido, só que quanto mais o moreninho me fodia mais eu lembrava dos refrões pornográficos das músicas, dos sujeitos devassos daquele clube de baile funk rebolando e exibindo seu paus eretos enquanto me apalpavam sempre quando eu passava no meio deles, das cantadas chulas, do gritos e gemidos que ecoavam no estacionamento, e do forte cheiro de esperma que impregnava o salão daquele lugar, AAAAAAHHHHHHHRRRRR... gozei não só por conta da rola do cara que estava me fodendo gostoso, ali no estacionamento escuro do bar, como também por estar motivada pelas imagens explícitas que estavam fresquinhas na minha mente. Tanto que nem mesmo notei que eu já estava sendo fodida. Puta merda, eu estava toda suada e fedida, meus mamilos estavam duros e estufados, minhas pernas bambas devido ao primeiro gozo, até que veio o segundo gozo, de tanto aquele moreninho meter no meu cu e ao mesmo tempo esfregar com uma mão a minha xoxota molhadinha e latejante eu não aguentei e nem segurei o gemido em tom de grito, AAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHRRRRRRRRNNN... mal escutava ele me pedindo calma, pra não gritar e tudo mais.
Já em casa, me joguei na cama e nem tive tempo e disposição pra levantar e ir até o banheiro pra tomar uma ducha fria, desmaiei de tão cansada...



3 comentários:

  1. OLHAAAAAAAAAAA... Jezzzuis, um baile Funk, te confesso que nem toda a putaria do mundo me arrastaria para um lugar destes. UM INFERNO RUIM, literalmente. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    Enfim, deve ter valido pela experiência. rsrs... É o que eu sempre digo, se nunca experimentou tal coisa, não pode falar mal. Então eu corro o risco de pecar pelas minhas palavras. rsrs..

    Mas roqueiro como sou, acho que sou incapaz de frequentar tais lugares. KKKKKKKKKKK

    Beijão do Conde.

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  2. Oi Gata, tô te seguindo também.

    Madame Satã... este nome não me é estranho, isso fica aqui no Rio ou em São Paulo???

    Não importa, o que importa é que eu quero ler esta história. Me avisa quando postar.

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    Beijão do Conde.

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  3. Que cantinho maravilhoso...viemos conhecer, gostamos e já estamos seguindo...
    Passa lá em nossa cama, quem sabe vc não curta alguma coisa...
    Bjuxxx

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