sexta-feira, 21 de outubro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Madame Satã – Pague para entrar, reze para sair!!!
Isso mesmo, O Madame Satã era a melhor balada de SP, onde a arquitetura trazia história e os frequentadores pareciam saídos de um filme cult B-side...
Desde os 15 anos frenquentei essa casa. Com RG falso, sem RG, porque depois de um tempo os seguranças todos já me conheciam... Imagina se não: era a perfeita gótica, saída daqueles filmes de terror, ora de mini-sai, blusinha e coturno, ora vestida a caráter medieval... Sem dispensar o espartilho e o batom preto, é claro... a perfeita "rebelde sem causa"!!!
Mas vamos ao que realmente interessa... Quando adolescente, eu andava com um grupo de garotos que realmente curtiam o mesmo som, os mesmos lugares... Então esses eram os caras que me "protegiam"... Mas não é com nenhum (ou todos) eles que vou contar minha história. É com minha melhor amiga, companheira de tantas "putarias". Minha adorada Karol...
Era a terceira ou quarta vez que saíamos juntas e já tínhamos falado sobre tudo, até dos assuntos mais quentes: fantasias, desejos, posições… Ela já tinha me confessado que gostava de um sexo mais carinhoso, mas que uns tapas apimentavam a relação !! Enquanto escutava suas confissões, imaginava as caras e bocas dela. Era como revisar a matéria antes da prova final (queria saber cada detalhe, pra nada sair errado). Além das conversas, os pensamentos também já estavam indo longe demais e ela sabia como atiçar minha imaginação.
Pra quem não conhece, a casa era um reduto para saudosistas como eu, que são apaixonados por Anos 80, EBM. Gothic... Não era e nunca foi um puteiro, como algumas pessoas pensam. Mas o ambiente era simplismente espetacular!
Voltando ao principal, no meio das confissões, Karol fez questão contar que tinha 2 piercings: um no mamilo esquerdo e outro no clitóris, em formato de ferradura. Segundo ela, os dois davam muito prazer na hora do sexo. E eu só pensava neles !! Durante o trajeto de ida pra balada, eu a observava... Eal com uma camisa branca, bem transparente, com um sutiã, que deixava transparecer o formato dos mamilos e destacava o piercing. Tentava desviar o olhar, mas olhar pra aquela boca carnuda bem delineada de batom vermelho era pior: conforme o vento jogava seus cabelos, alguns fios ficavam presos nos seus lábios, o que a deixava mais sexy ainda.
O tempo mudara e na fila de entrada da balada ela se abraçou a mim. Senti seus mamilos enrijecidos pelo frio, o que me deixou com mais tesão! Queria colocar a boca naqueles peitos, chupar eles devagar e deliciosamente. Mas me contive e entramos na balada. Estávamos em 3 rapazes e só nós duas de garotas. A pista daquele lugar é o inferno na terra. Apertada, quente, pequena, cheia de figuras dançando ensandecidamente... É claro que rolam muitos amassos, beijos de todo tipo e com todo mundo que aparece. Foi nessa hora que comecei minhas preliminares com Karol. Eu e meus amigos fizeram um sanduíche da Karol. Eram línguas em todos os lugares possíveis e descobertos, respeitando é claro o ambiente. Mas quando puxei Karol pra mim, ela veio com um desejo enoooorme... já tinhamos bebido um pouco, o que deixou a coisa mais solta. Nossos amigos só ficaram como expectadores, imaginando o fim dessa pegação.
Karol estava com muito calor e eu, nada boba e com muita malícia, joguei-lhe um copo de água em seu rosto, que escorreu pelo seus seios... Ah!!! a visão do paraíso. Ela tava toda molhada; a blusa branca mostrava o rosado do seu biquinho apontando pra cima com frio. Meus olhos não disfarçavam ao procurar o piercing dela. Certamente minha cara me denunciava, mas a vontade de sentir seu corpo falava mais alto.Ela continuava a dançar freneticamente aom som de New Order, mas aqueles peitos por baixo da blusa me chamavam o tempo inteiro.
Eu já não me continha mais... Queria ir pra um lugar mais reservado, saborear melhor aquela fruta desconhecida. Ela disse que precisava ir banheiro. E foi andando. Logo em seguida deixei meus amigos na pista e fui atrás.Encontrei a porta fechada, mas fiquei esperando até ela abrir a porta e se deparar comigo. Não fez cara de surpresa, pelo contrário : me puxou pra dentro, trancou a porta e sussurrou no meu ouvido que não agüentava mais.O banheiro era pequeno e sujo, foi projetado pra só uma pessoa mesmo. A lâmpada fazia ele ficar abafado demais; mal entrei e já estava suando !!! Nos agarramos e ali mesmo começou a rolar um beijo com vontade… Senti meu corpo amolecer de tão bom que estava. Ela encostou na parede e me puxou com força contra o seu corpo, forçando um ritmo cada vez mais intenso.Levantou a saia e afastou as pernas para se encaixar na minha. Desci um pouco meu corpo pra ela subir. O suor já escorria por dentro da minha blusa quando senti sua buceta se abrindo e a calcinha já molhada me encostando . Por um instante pensei que pudesse estar delirando mas ela apertava mais e mais a buceta molhada e quente contra minha perna.Ela se movimentava tão feroz que me fazia sentir o volume do piercing no seu clitóris, que estava rígido e latejando, doido pra receber um carinho. A respiração dela no meu ouvido ficava cada vez mais forte, cada vez mais ofegante. Fui descendo a mão pelas suas costas até dentro das suas coxas. Ela afastava as pernas querendo que eu a encontrasse logo. Peguei na sua calcinha e puxei com tudo para o lado (ela já estava completamente molhada). Senti aquela pele gostosa, lisa, sem pêlo algum !! Abri os lábios lambuzados devagar para colocar o primeiro dedo. Quando sentiu meu dedo tocando seu grelo, contraiu o corpo todo de tanto tesão. Brinquei com seu piercing e fiquei fazendo um carinho gostoso. Ela abriu minha calça e foi colocando a mão devagar. Senti quando o dedo dela encostou no meu grelo. A calça estava apertada e deixava gostoso qualquer movimento que ela fazia com o dedo. Desci mais um pouco e fiquei brincando com o dedo na portinha dela. Ela rebolava doida pra sentir ele entrando. Coloquei a cabeça do primeiro dedo, depois do segundo; fiquei mexendo devagar, entrando e saindo só com a cabecinha. Ela gemia baixinho no meu ouvido ao mesmo tempo que brincava em mim também…. Estava tudo muito gostoso até que alguém resolveu bater na porta do banheiro. Rapidamente ela ajeitou o vestido e o cabelo pra sairmos do banheiro como se nada tivesse acontecido. Pagamos a conta e fomos cada uma pra sua casa... No dia seguinte, ela me ligou logo cedo dizendo que não iria pra aula, pedindo para que eu a encontrasse . Fui vê-la, mesmo sem entender muito bem o que tava acontecendo.. Cheguei uns vinte minutos antes da hora marcada. Acendi uns quatro cigarros até ela chegar; linda, num vestido curto e provocante, de óculos escuros, mal conseguia olhar para mim enquanto falava. Parou um táxi, entrou com pressa e eu logo em seguida. Parecia que estávamos fugindo de alguém !! Com mais calma, deu uma risada nervosa dentro do carro, olhou pra mim e explicou toda a fuga. Seus pais estavam viajando, a casa estava vazia. Ou seja, ela queria tanto quanto eu e tava me convidando. Depois de um bom silêncio, ela falou alguma coisa que eu não entendi muito bem, pegou e colocou minha mão entre as pernas dela. Senti de novo meu corpo ficar quente. Alisei sua coxa até debaixo do vestido e entendi o que ela queria me mostrar: a safada estava sem calcinha!! Me deixou louca de tesão !! Fiquei passando o dedo de ponta a ponta da sua buceta e ela ia abrindo a perna bem devagar para que meu dedo alcançasse mais fundo. Eu conseguia sentir a cabeça do seu grelinho quando o táxi parou em frente ao prédio dela.
Saímos do carro com pressa; mal nos olhamos no elevador. Ela abriu a porta de casa e tudo começou na mesa da cozinha, que fica em frente a porta. Ela sentou na mesa e me puxou pra si com as duas pernas. Passei a mão por baixo da sua bunda e apertei mais seu quadril contra o meu !!! Ela me empurrou pra trás, pensei que ia pedir pra parar !!!! Mas não: deliciosamente, abriu as pernas e disse ?Posso pedir ?!?. Eu fiz que sim com a cabeça . ?Me chupa !!? Olhei para a buceta dela, aberta, vermelha, gostosa, me chamando; chega dar água na boca . Chupei com vontade, de todos os jeitos . Ela gemia mais fortes quando passava no piercing. Brinquei com a língua na portinha e ela empurrava o quadril pra frente, querendo que entrasse mais !! Enfiava a língua com mais força e ela apertava minha cabeça entre suas pernas, rebolando gostoso demais.
Depois de um bom tempo chupando, fomos para o quarto dela. O calor estava infernal.Suávamos como num filme mexicano : sexo num quarto de motel barato com ventilador de teto girando beem devagar !! As duas sem roupa, sentadas de frente e o corpo deslizava um no outro, molhado de suor !!! Ela se ajeitando, conseguiu encaixar direitinho. Senti um molhado em mim e eu também molhada demais. Chegamos a um consenso e ficou ótimo para as duas.O movimento começava devagar e ia aumentando mais e mais. Ela se empurrava contra mim e eu correspondia. Sentia seu piercing passando pelo meu clitóris… tava tão bom, tão bom ; foi ficando gostoso até que eu gozei. Cansada, fui deitando pra recuperar o fôlego. Mas ela ainda queria mais !! Deitou o corpo em cima do meu, me beijou e seus peitos passaram quase encostando na minha boca. Quando soltou o peso, eles ficaram apertado contra os meus. Ela já fazia um movimento de vai e vem se esfregando no meu corpo com vontade. Logo olhei pro piercing no mamilo esquerdo, o biquinho durinho, gostoso. Ela reparou que eu estava olhando e perguntou se eu gostava dele. Por cima, foi deitando, levando um deles direto pra minha boca, oferecendo, me dando. Foi um dos momentos em que senti mais tesão. Ela contraia o corpo e soltava um gemido baixinho . Seu peito quase inteiro na minha boca, sugando energicamente, uma delícia!! Brincava com a língua no piercing dela e fazia barulho dele batendo nos meus dentes. Num golpe troquei de posição: agora ela estava por baixo , as pernas abertas me envolvendo, completamente nua, linda e minha !! Afastei mais suas pernas, estavam bem abertas, a cena era excitante demais. Ela ali: dominada, molhada, suada, se rendendo de vontade. Transamos várias vezes naquela tarde...e não posso negar que foi uma experiência maravilhosa... Nossa amizada ainda rendeu vários encontros, que vou contar logo logo pra vocês!!!
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Efeitos de um baile funk
Criar esse canal de desabafos causou um efeito muito interessante... Comecei a surtar (em pensamento), buscando as lembranças de contos que já escrevi e estão perdidos entre minhas anotações... vou tentar postar agora um conto simples, curto, apenas como aperitivo...
Sabe aquela semana que é terrível... que a gente não vê a hora de chegar o fim de semana pra curtir e relaxar. Mas acho que não relaxei muito, porque no lugar que fui sábado a noite é a prova concreta de que o inferno existe.
Quase não conseguimos chegar vivas ao bar, devido à tantas encochadas, beliscões e dedadas que levamos enquanto caminhávamos em meio aquela multidão repleta de machos suados, sem camisas e dispostos a foder qualquer garota que passasse por eles. Ainda bem que estávamos de calças jeans, caso contrário tadinhas de nossas xoxotas. No balcão do bar lotado pedimos umas cervejas e, enquanto esperávamos, tínhamos que ficar atentas a todos os machos que passavam por detrás de nós, pois, não paravam de nos encochar e nos apalpar, chegamos até a rir daquela situação, até que eu olho pro meu lado no balcão e dou de cara com um moreno gostoso que também esperava ser atendido, e ele estava com o zíper aberto, cueca à mostra e sem camisa, olhando pra mim e me perguntando com a cara mais cínica do mundo: “-Aí gatinha linda, tu quer que eu te chupe a bucetinha? Sou bom nisso, sabia?” Puta que o pariu!!! Eu não sabia se eu ria ou se deixava ele realmente chupar minha buceta, só pra ver se ele cumpriria com tal promessa tão descarada, ainda bem que uma garota veio por trás dele e o puxou de volta pro meio da multidão, aí as cervejas vieram, geladérrimas como bem queríamos, amenizando um pouco o calor que fazia.
Daí olho pro palco quando o "MC" chama para cima seis garotas da platéia pra dançarem com os dançarinos do grupo que se apresentava, e a dança em si era puro sexo sem penetração, pois, os caras pegavam as minas de tudo que era jeito e insinuavam posições sexuais das mais diversas, só que entre uma posição e outra os espertinhos aproveitavam para beijarem, chuparem, apalparem e dedarem as garotas com força e satisfação. Afastada de onde estávamos, Silvana, uma das amiguinhas da Lu, conversava com um carinha ao pé do ouvido, e logo em seguida ela fez um sinal chamando a gente e apontando pro alto, pra um camarote á cima que ficava de frente pro palco, fui junto com elas mesmo sabendo que iríamos ter que dar algo em troca de tal comodidade. Subimos uma escadaria cheinha de gente se pegando e se comendo, enquanto outras dormiam de tão embriagadas, e lá em cima fomos apresentadas aos donos do tal camarote, uns playboyzinhos metidos a maloqueiros, sentados num enorme sofá diante uma mesa repleta de bebidas diversas, todos estavam sem camisetas e na companhia de algumas vadias que não paravam de “boquetear” seus paus, quando não estavam rebolando em cima deles,claro.
Sabe aquela semana que é terrível... que a gente não vê a hora de chegar o fim de semana pra curtir e relaxar. Mas acho que não relaxei muito, porque no lugar que fui sábado a noite é a prova concreta de que o inferno existe.
Eu e minha amiga Karol marcamos de conhecer um lugar diferente, em busca de diversão, só que desta vez estávamos acompanhadas de duas amiguinhas novas, a Luciana e Silvana, duas morenas gostosas de uns 19 a 22 anos. Só que eu não contava que o tipo de diversão que elas estavam acostumadas era muito mais intenso e perigoso do que poderíamos imaginar, pois estas duas loucas nos convidaram para ir num lugar que até então nós jamais tínhamos ido, apesar de sempre termos a curiosidade de conhecer e...experimentar. Um baile funk, mas, não era um baile funk qualquer, era um daqueles "proíbidões", repleto de putaria pra todos os lados, desde o estacionamento ao palco das apresentações.
Eu e Karol nunca fomos santas e tão pouco havia algo em matéria de putaria que nós não tínhamos já provado antes, pois, pra quem já trepou com garotos de idade abaixo dos 16 anos, com homens casados, professores na sala de aula e até participou de orgias em casas de swing, um baile funk seria só um passatempo... Doce engano. Me fudi, literalmente.
Pois, ao chegar lá, a sensação que eu tive foi que eu tinha morrido, e que por conta desse meu vício por sexo, eu tinha ido direto pro inferno, e ali era purgatório. Logo no estacionamento, enquanto eu procurava uma vaga para o carro, dava pra ouvir claramente apesar da música alta que saía de dentro do clube, sussurros, gemidos e gritos soltos no ar... Desde a saída do carro até a entrada no clube o que mais vimos foram garotas em bancos traseiros de carros, em cima de capôs, encostadas em paredes e até deitadas no chão do estacionamento sendo fodidas por garotões afoitos sem dó, algumas até com cinco a seis ao mesmo tempo... E isso tudo só na entrada do baile.
E quando entramos foi uma visão do inferno. O som era não só muito alto como contagiante mesmo, parecia entrar sem permissão através dos poros da pele, invadindo as veias, indo direto ao coração e ao cérebro. Logo na entrada, próximo a uma parede havia uma enorme poltrona vermelha, aonde deviam ter uns 10 a 15 casais trepando adoidados, à minha frente, debruçada numa mesa, uma bela loira rabuda de costas pra um crioulo alto e forte toda a vida, enquanto ele metia na bundona branca dela sem intervalos, daí uma das amigas da Lu nos chamaram pra irmos até o bar pegar alguma coisa pra tomarmos. E lá fomos nós, de mãozinhas dadas para não nos perdermos umas das outras no meio daquela multidão enfurecida a cada refrão pornográfico do grupo que se apresentava ali no palco, aliás, eram seis morenos saradérrimos que atiçavam as menininhas com as suas coreografias obscenas, e frente ao palco deles essas tais menininhas, quase todas nuas, se exibiam como bem queriam pra eles, mostrando seus peitos, tirando suas calcinhas e mostrando suas xotas, outras então, iam além disso, se beijando e se chupando desavergonhadas de qualquer loucura.
Quase não conseguimos chegar vivas ao bar, devido à tantas encochadas, beliscões e dedadas que levamos enquanto caminhávamos em meio aquela multidão repleta de machos suados, sem camisas e dispostos a foder qualquer garota que passasse por eles. Ainda bem que estávamos de calças jeans, caso contrário tadinhas de nossas xoxotas. No balcão do bar lotado pedimos umas cervejas e, enquanto esperávamos, tínhamos que ficar atentas a todos os machos que passavam por detrás de nós, pois, não paravam de nos encochar e nos apalpar, chegamos até a rir daquela situação, até que eu olho pro meu lado no balcão e dou de cara com um moreno gostoso que também esperava ser atendido, e ele estava com o zíper aberto, cueca à mostra e sem camisa, olhando pra mim e me perguntando com a cara mais cínica do mundo: “-Aí gatinha linda, tu quer que eu te chupe a bucetinha? Sou bom nisso, sabia?” Puta que o pariu!!! Eu não sabia se eu ria ou se deixava ele realmente chupar minha buceta, só pra ver se ele cumpriria com tal promessa tão descarada, ainda bem que uma garota veio por trás dele e o puxou de volta pro meio da multidão, aí as cervejas vieram, geladérrimas como bem queríamos, amenizando um pouco o calor que fazia.
Daí olho pro palco quando o "MC" chama para cima seis garotas da platéia pra dançarem com os dançarinos do grupo que se apresentava, e a dança em si era puro sexo sem penetração, pois, os caras pegavam as minas de tudo que era jeito e insinuavam posições sexuais das mais diversas, só que entre uma posição e outra os espertinhos aproveitavam para beijarem, chuparem, apalparem e dedarem as garotas com força e satisfação. Afastada de onde estávamos, Silvana, uma das amiguinhas da Lu, conversava com um carinha ao pé do ouvido, e logo em seguida ela fez um sinal chamando a gente e apontando pro alto, pra um camarote á cima que ficava de frente pro palco, fui junto com elas mesmo sabendo que iríamos ter que dar algo em troca de tal comodidade. Subimos uma escadaria cheinha de gente se pegando e se comendo, enquanto outras dormiam de tão embriagadas, e lá em cima fomos apresentadas aos donos do tal camarote, uns playboyzinhos metidos a maloqueiros, sentados num enorme sofá diante uma mesa repleta de bebidas diversas, todos estavam sem camisetas e na companhia de algumas vadias que não paravam de “boquetear” seus paus, quando não estavam rebolando em cima deles,claro.Não gostei nada dos carinhas, aliás, se tem um tipo que não me atrai de forma alguma é o tipo playboyzinho, e se eu tivesse que dar pra alguém ali obviamente não seria pra eles, daí chamei a Silvana e a Lu num canto e disse para sairmos dali o mais rápido possível, afinal, aquela altura, corria o risco até mesmo do nosso carro nem estar mais no estacionamento, bebemos um pouco da bebida deles e, antes deles se agradarem conosco pedimos licença pra irmos ao banheiro e aproveitamos o estado embriagado deles e fomos direto pra fora do clube. Lá fora, nós três corremos pro estacionamento e, chegando lá, as mesmas visões de quando chegamos ainda estavam presente, ou seja, garotas e garotos trepando adoidados por todas as partes, achamos meu carro intacto e rápido entramos e demos o fora de lá. Já devia ser umas 4:30 da madrugada e, enquanto saíamos de lá, resolvemos parar num bar que normalmente frequentamos depois das aulas na facu, e pra relaxarmos de vez tomamos mais umas cervejinhas antes de voltarmos pra casa, daí em diante começamos a dar risada de tudo o que tinha acabado de acontecer, e até tiramos o lado positivo da aventura nesse tal baile funk, pois, vimos com os nossos próprios olhos que existem lugares e experiências ainda mais arriscados e perigosos do que os que normalmente experimentamos, e são coisas pesadérrimas demais pra simples patricinhas vadias de facu como é o nosso caso, Porém, conversa vai e conversa vem, eis que percebemos que não conseguimos até aquele momento o que nos propomos a conseguir sempre quando saímos juntas a noite, que é...uma bela e suculenta ROLA kkkkkkkkkk...
Mas, enfim, aquilo não foi problema nenhum de resolvermos, pois, bastou ficarmos mais uns minutinhos ali no bar e logo estávamos rodeadas de carinhas de todos os tipos e intenções flertando com a gente, daí em diante foi só escolhermos os que mais nos agradaram para darmos nossas trepadinhas básicas, cada qual na sua vez, ora no estacionamento, ora no banheiro, ou no banco traseiro de seus carros. Eu por exemplo, escolhi um moreninho alto, forte e muito gostoso, e lá estava eu, suada e cansada da perigosa experiência no tal baile funk, mas disposta a não voltar pra casa sem uma gozadinha que fosse, calça jeans e calcinha arriada até metade da coxa, de costas pro tal moreninho gostoso, com o bundão empinado e me segurando no muro do estacionamento do bar, enquanto ele socava gostoso sua rola grossa bem dentro da minha xoxota.
Nossa!! Era daquilo que eu tava precisando pra esquecer um pouco a confusão toda que eu havia vivido, só que quanto mais o moreninho me fodia mais eu lembrava dos refrões pornográficos das músicas, dos sujeitos devassos daquele clube de baile funk rebolando e exibindo seu paus eretos enquanto me apalpavam sempre quando eu passava no meio deles, das cantadas chulas, do gritos e gemidos que ecoavam no estacionamento, e do forte cheiro de esperma que impregnava o salão daquele lugar, AAAAAAHHHHHHHRRRRR... gozei não só por conta da rola do cara que estava me fodendo gostoso, ali no estacionamento escuro do bar, como também por estar motivada pelas imagens explícitas que estavam fresquinhas na minha mente. Tanto que nem mesmo notei que eu já estava sendo fodida. Puta merda, eu estava toda suada e fedida, meus mamilos estavam duros e estufados, minhas pernas bambas devido ao primeiro gozo, até que veio o segundo gozo, de tanto aquele moreninho meter no meu cu e ao mesmo tempo esfregar com uma mão a minha xoxota molhadinha e latejante eu não aguentei e nem segurei o gemido em tom de grito, AAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHRRRRRRRRNNN... mal escutava ele me pedindo calma, pra não gritar e tudo mais.
Já em casa, me joguei na cama e nem tive tempo e disposição pra levantar e ir até o banheiro pra tomar uma ducha fria, desmaiei de tão cansada...
sábado, 15 de outubro de 2011
Prá começar...
Apenas uma postagem pra ilustrar o início da nossa aventura por um mundo...
Espero que vocês gostem e vivam comigo grandes aventuras!!!
Espero que vocês gostem e vivam comigo grandes aventuras!!!
Quem sou eu
Preciso contar quem sou, afinal através desse blog vou compartilhar minhas aventuras e fantasias...
Sou alguém muito família. Sou apaixonada. Sou amiga. Sou fera indomada. Sou do tipo que não deixa nada a desejar para um homem, em todos os sentidos. Sou uma dama da sociedade de dia, mas a noite, entre quatro paredes, sou aquilo que meu homem quiser, do jeito que ele quiser.
Mas ainda assim sou mulher. Com sonhos, fantasias e desejos. Frases que por mais que exista intimidade, são impronunciáveis para a pessoa que amamos. Fantasias que os "puritanos" e defensores da moral e bons costumes, diriam que "isso é coisa de mulher da vida"...
Mas não tô nem aí. Aqui é meu confessionário e quero compartilhar tudo com você, leitor, anônimo ou não...
Sou alguém muito família. Sou apaixonada. Sou amiga. Sou fera indomada. Sou do tipo que não deixa nada a desejar para um homem, em todos os sentidos. Sou uma dama da sociedade de dia, mas a noite, entre quatro paredes, sou aquilo que meu homem quiser, do jeito que ele quiser.
Mas ainda assim sou mulher. Com sonhos, fantasias e desejos. Frases que por mais que exista intimidade, são impronunciáveis para a pessoa que amamos. Fantasias que os "puritanos" e defensores da moral e bons costumes, diriam que "isso é coisa de mulher da vida"...
Mas não tô nem aí. Aqui é meu confessionário e quero compartilhar tudo com você, leitor, anônimo ou não...
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